Ônibus
Vou começar uma sessão de (mini)crônicas sobre os encontros e as tentativas de paqueras num lugar tanto inusitado, mas não impossível, o ônibus. Quem nunca pensou em chegar mais perto de uma garota(o) que sentou ao seu lado? Uma tentação que nos faz dizer ou fazer coisas que transcende o apropriado pro lugar, e as vezes, a hora. Porque você não vai chamar uma garota pra tomar uma choppinho às 7hs da manha… ou vai?
Sempre é bom lembrar que personagens são fictícios e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
– Licença. – Disse a garota ao sentar.
– Será uma honra ter a sua presença ao meu lado. – Disse o garoto. Qual o seu nome?
Um silêncio constrangido da garota e por fim:
– Ana, e o seu?
– José Antonio, mas pode me chamar de Toni. – Deu um sorriso de orelha a orelha e ajeitou os óculos de grau.
– Indo pra faculdade? – Perguntou Toni.
– É… – Respondeu Ana sem muitas expectativas de continuar a conversa.
– E você faz o que?
– Eu faço publicidade…
Depois de um silencio que por fim Ana estava dando graças a Deus e iria descansar…
– Você tem horas? Eu acho que o magnetismo que envolveu os nossos corpos fez o meu relógio parar.
– Oh! E fez o meu parar também! Vou sentar bem longe de você para que nosso relógio continue funcionando. Tchau!
Ana juntou as suas coisas e ia saindo quando Toni pega-a pelo braço:
– Você ainda não me passou o seu numero.
– Numero? Numero do que? CPF? RG? Cartão de credito… – Ela Foi falando e saindo.
ps: Essa semana ainda posto o final do conto do Arthur! ![]()
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April 15th, 2008 at 10:51 am
auhuauhahuahu… boa… essa foi bem porteiro 2.0 =DD