Tem horas que o colo da mãe não vale, e o que precisamos mesmo é daquele colo que é acompanhado de beijos, carícias e claro de atenção.

Essa semana começou assim, durante uma prova de enduro à pé que participei, tomei um baita tombo, só parei quando as costas encontraram uma árvore. 13,5 km de prova, muitas subidas, e o preparo de começo de ano, que não é lá essas coisas, me deixaram literalmente quebrado.

Segunda feira o corpo inteiro doia, sem contar domingo à noite, terça idem, quarta nem tanto, quinta… dor? que dor?

Quando doi, quando a gente fica carente, a gente realmente dá o braço a torcer e pede: COLO! Mas calma ai, eu sou solteiro, de verdade, por convicção… mas caramba eu quero colo! : (

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