O dia em que eu vacilei

April 12th, 2008 by Rafael Apocalypse

Foi há apenas alguns minutos atrás, depois de um ‘xô-apocalypse’ muito divertido, onde os grandes amigos e amigas estiveram presentes.

Como várias vezes fizeram comigo, era a minha vez de deixar a moçada em casa, uma-a-uma fui me despedindo. Uma grande amiga, depois outra e por fim não apenas uma amiga, mas também uma que faz coração bater num ritmo diferente.

Carro estacionado a matraca se solta, falo, falo, falo e nenhuma ação, depedimos-nos, falo mais um pouco, outra despedida, uma aproximação, e o receio de um ‘toco’ soou mais forte e meia duzia de segundos depois eu já estava arrependido.

Poderá ter sido a última chance, poderá ter deixado um sabor mais gostoso para depois… mas só sei que hoje, dormirei apenas com o sonho, com o arrependimento de não ter beijado aqueles lábios. Quem sabe amanhã? Quem sabe daqui alguns meses? Talvez isso nunca se concretize… talvez sim…

Tudo que posso dizer é que no final das contas ela ganhou a aposta [eu acho], não por méritos próprios, mas por deméritos meus.

Assim termina uma noite de um solteiro que por milésimos de segundos errou e pode ser que jamais saiba como seria se tivesse feito diferente :(

Quero colo!

January 25th, 2008 by Rafael Apocalypse

Tem horas que o colo da mãe não vale, e o que precisamos mesmo é daquele colo que é acompanhado de beijos, carícias e claro de atenção.

Essa semana começou assim, durante uma prova de enduro à pé que participei, tomei um baita tombo, só parei quando as costas encontraram uma árvore. 13,5 km de prova, muitas subidas, e o preparo de começo de ano, que não é lá essas coisas, me deixaram literalmente quebrado.

Segunda feira o corpo inteiro doia, sem contar domingo à noite, terça idem, quarta nem tanto, quinta… dor? que dor?

Quando doi, quando a gente fica carente, a gente realmente dá o braço a torcer e pede: COLO! Mas calma ai, eu sou solteiro, de verdade, por convicção… mas caramba eu quero colo! : (

Música de solteiro

January 16th, 2008 by Rafael Apocalypse

Você já tava de saco cheio da garota, ela de saco cheio de você, mas as coisas iam caminhando, empurrando com a barriga, até que, um belo dia ela não dá conta mais e te dá um pé na bunda.

No primeiro dia é uma deprê só… você chora, não sai com os amigos, ou sai, enche o rabo de cerveja e depois volta pra casa sozinho, ou pior, acompanhado de um dragão qualquer.

O segundo dia, dependendo de como foi a bebedeira, amanhece lindo. Céu azul, passarinho cantando e você cheio de planos: Vou pegar fulana, ligar pra ciclana e por ai vai.

Uma semana, duas semanas, e você começa a cantar assim: