“Ser” Solteiro

June 16th, 2008 by Ronaldo Costa

Ficar/Estar/Ser solteiro, não muda o estado civil. Viver sem regras, onde não existe um(a) namorado(a) que mal chega e quer andar na janelinha, ditando as regras da sua vida. Passar um sábado inteiro com os amigos tomando cerveja depois chegar em casa com a “roupa do corpo” e dormir até o dia seguinte sem se preocupar que tem um aniversario da amiga dela pra ir ou um cinema pra ver aquele filme mamão-com-açúcar.

E falando em sair com amigos, a única coisa que você não quer é ver a(o) ex (juro que pensei outra coisa a dizer ao invés de ex., mas não sei qual horário esse post vai passar!) com o seu atual parceiro(a). Uma cena que sobra diplomacia e falta educação no pensamento. A ex-namorada pensando “nossa, tadinho. Como ele ta mirradinho, quando tava comigo era tão forte” e ele “Meu Deus, ela ta uma baleia. Esse cara não deve botar pra quebrar na cama!”. E depois de um breve cumprimento e o famoso “como você esta?”, vai embora pensando ou lembrando mais besteiras ainda que o horário não permite veicular.

A única hora que um solteiro tem que dar o braço a torcer que é horrível estar, ficar, ser ou qualquer merda dessas, é o Dia dos namorados. Ver todos os casais saindo a noite para um programa a dois. E você, sozinho, tendo que ficar em casa. Porque sair a caça hoje só se for pra mexer com a mulher dos outros e sair com um amigo, apenas um amigo, é suspeito rapaz. Vá em turma ou fique em casa. Vendo aquele filme sangrento do Rambo. Agora sempre tem uma amiga carente que sempre topa umas loucuras, e numa data dessas não caíra nada mal um telefonema com uma proposta indecente. E lembra-se nunca tente comer o prato principal na entrada. Leve-a é um bom restaurante e depois saboreie a sobremesa curtida num bom vinho!

E através das minhas mergulhadas na Internet, fiquei sabendo que criaram o dia dos solteiros, dia 15 de Agosto. Desde quando, não sei. Mas, se alguém souber, avise-me. Enfim, agora os solteiros de plantão pode comemorar uma data totalmente reservada para eles. Agora, tem quer ser solteiros convictos pra comemorar, porque se for uma cambada de solteiros frouxos pode acabar virando namoro.

Então, a regra é clara. Solteiro ou não, você terá o seu dia. Afinal, sempre tem uma data pra tudo. E o brasileiro ainda consegue torná-la feriado. Por falar nisso, não temos feriados tão cedo. Vou processar esses caras que me acostumaram mal.

Abraços!

Solteiro no Rio de Janeiro?

June 11th, 2008 by Mi (de Camila)

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL!
A Biessa preparou dicas para quem vai comemorar o Dia dos Namorados no Rio de Janeiro. As dicas só valem para quem está solteiro, é claro!

Há quem diga que o dia dos namorados é dia de deprê para os solteiros da praça. Pois bem, eu digo por experiência própria: só é deprê para quem quer. Todo dia é dia de festa para quem está de bem com a vida. Não tem com quem jantar a dois? Então, jante a dez! Junte os amigos e vá celebrar a solteirice (sem neuras!) no seu bar favorito ou numa night qualquer.

Aqui no Rio de Janeiro, os empresários da noite já perceberam o filão e tratam de preparar festas para quem não está acompanhado no dia 12. Uma das opções mais tradicionais - e aonde você poderá me encontrar, quem sabe - é o baile da Orquestra Imperial no Monte Líbano. Para esquentar a festa, DJ Marlboro coloca a cariocada para dançar nos intervalos. Meu bem, indo até o chão quem é que pensa que é dia dos namorados?

Na Barra, a boate La Orana Lounge fez uma versão mais descolada daquela antiga festa da porca e do parafuso da nossa adolescência. Quem for a festa ganha um ticket numerado e quem encontrar o número correspondente com uma pessoa do sexo oposto ganha uma taça de champagne. Quem sabe não é um bom pretexto para começar um papo e, já no clima do prosecco, engatar uns beijinhos?!

Tudo bem, você já está decidida a conhecer alguém para agarrar no dia 12? Apele para um bom forró. Não tem como não conhecer homens no forró. Afinal, basta chamar alguém para dançar! O arrasta-pé come solto no Lapa 40º, se jogue!

Em último caso, se bater a deprê, use a tática: fale para todo mundo que é dia 11 de junho. E que eles estão loucos! Já no dia seguinte, será mesmo dia 13…

Lembre-se: todo dia é dia de namorar. De que adianta ter alguém para passar o 12 de junho a seu lado quando o relacionamento não é bacana? Se hoje você não tem com quem comemorar a data, não se preocupe: o resto ano tem outros 364 dias para você ser feliz ao lado de alguém. Por hoje, curta-se sozinha!

Afinal… o dia pode até ser dos namorados, mas a noite será sempre dos solteiros!

Biessa conta no blog Solteira(s) no Rio de Janeiro suas aventuras de solteira de 20 e poucos anos na Cidade Maravilhosa e escreveu esse post para o especial Dia dos Namorados do Solteiros.org. TODA A EQUIPE DE SOLTEIROS AGRADECE!

Quem disse que era para sempre?

May 10th, 2008 by Rafael Apocalypse

Durante algum tempo eu afirmei e re-afirmei minha posição de solteiro. Ao contrário do que muita gente pensava eu nunca tive a intenção de ser solteiro para sempre, tipo ‘tio solteirão’, muito antes pelo contrário, sabia que era uma fase pela qual eu queria passar assim. Sozinho mesmo.

Quando comecei este projeto, eu tinha certeza de que essa fase duraria um bom tempo, algumas pessoas brincaram que eu estava criando um "blog para pegar mulher", seguindo à risca o que o Ian Black disse no vídeo à baixo, durante o BlogCampMg.

Mas a idéia não era essa, de verdade, a intenção era gerar conteúdo inteligente, e de bom humor, para fazer você, solteiro(a) ou não, se divertir com nossas histórias.

O tempo passou, alguns dos nossos autores nos abandonaram, eu fui parar na internet falando que estava sendo traído pelos meus colegas de blog, alguns outros autores apareçeram, alguns voltaram a escrever no site, e quando começamos a falar em criar o ex.solteiros.org [ainda em construção], eu já estava de malas prontas para São Paulo, deixando em BH vários amigos e amigas.

Foi na minha despedida que a ficha caiu e eu percebi que estava mesmo apaixonado por uma bela moça, que estava lá comigo bebemorando minha mudança.

Mas não foi tão simples como num conto de fadas, eu vacilei. E sem querer segui as dicas do Ian, e escrevi um post que teve todos os ingredientes que ele citou.

Publiquei o post na madrugada de sexta para sábado, e fiquei sábado inteiro dando f5 nos cometários do blog, no inbox de todos os meus emails… olhando celular em busca de um sms ou na espera de uma ligação.

Nada disso, desembarquei em São Paulo, sem a menor esperança de que aquele sentimento fosse recíproco. Confesso que já não acreditava mais que receberia uma resposta, e muito menos que a resposta ao post fosse ter o efeito que teve.

Mas mesmo que quase sem esperança, mais uma vez fui buscar uma forma de contato, um sinal de fumaça, um pombo correio, qualquer coisa que pudesse sinalizar um sorriso lá em Belo Horizonte. Emails e comentários lidos no blog e eu estava sorrindo igual menino quando ganha um doce.

Uma semana inteira de mensagens no twitter, google talk, sms… até que na noite de sábado para domingo, com um feriado na segunda-feira, e muito trabalho me esperando, terça-feira, aqui em São Paulo, eu entrei num ônibus, de volta a Belo Horizonte, com o único objetivo de re-encontrar a musa que inspirava meus sonhos durante aquela semana.

Foi um dos melhores finais de semana que já passei, sem exageiros.

O dia em que eu vacilei

April 12th, 2008 by Rafael Apocalypse

Foi há apenas alguns minutos atrás, depois de um ‘xô-apocalypse’ muito divertido, onde os grandes amigos e amigas estiveram presentes.

Como várias vezes fizeram comigo, era a minha vez de deixar a moçada em casa, uma-a-uma fui me despedindo. Uma grande amiga, depois outra e por fim não apenas uma amiga, mas também uma que faz coração bater num ritmo diferente.

Carro estacionado a matraca se solta, falo, falo, falo e nenhuma ação, depedimos-nos, falo mais um pouco, outra despedida, uma aproximação, e o receio de um ‘toco’ soou mais forte e meia duzia de segundos depois eu já estava arrependido.

Poderá ter sido a última chance, poderá ter deixado um sabor mais gostoso para depois… mas só sei que hoje, dormirei apenas com o sonho, com o arrependimento de não ter beijado aqueles lábios. Quem sabe amanhã? Quem sabe daqui alguns meses? Talvez isso nunca se concretize… talvez sim…

Tudo que posso dizer é que no final das contas ela ganhou a aposta [eu acho], não por méritos próprios, mas por deméritos meus.

Assim termina uma noite de um solteiro que por milésimos de segundos errou e pode ser que jamais saiba como seria se tivesse feito diferente :(

Inacreditável…

February 23rd, 2008 by Rafael Apocalypse

Antes de continuar lendo, saiba que peço milhares, zilhares de desculpas, o vacilo foi imperdoável, mas ainda assim conto com a compaixão dos companheiros de luta [não eu não sou comunista! Apesar da barba ;)].

Durante a semana passada, 11 a 17 de fev, ocorreu em SP o Campus-Party, um evento que reuniu geeks do Brasil todo [e alguns gringos tb] no prédio da Bienal, no Ibirapuera.

Sim, haviam geeks lindas, o Guilherme do papo de homem fotografou algumas modelos, que não eram geeks, mas fizeram a alegria dos marmanjos presentes. Faltou alguém pra fotografar as lindas geeks que apareceram por lá. Mas geek é tímido [né?] e não tiveram coragem pra tomar essa atitude. E não há desculpa que convença, até a Miriam Bottam e a Marina deram as caras por lá… e claro muitas outras lindas garotas com QI.


Mas o vacilo indesculpável foi o fato de eu me assentar, durante uns 4 dias, direto, a centímetros de uma das musas geeks da wired, Carolina Denia, e ter sido incapaz de me tocar disso. Carolina escreve no clipset.net, tem “programa” no youtube, e conta no flickr [geek é assim, apaixona e vasculha a rede atrás de informações :)]. A meia-duzia de palavras, ou seria palabras no caso dela, que trocamos não foram além de Good Morning, excuse-me [se eu tivesse estudado direito na aulas de espanhol eu até arriscava uma cantada…], e outras coisas educadas que a gente consegue falar para essas mulheres.

A musa no Campus-Party

O Guilherme tirou algumas fotos dela, que não sei porque não foram parar no post dele, mas com certeza agora ele me deve essas fotos, e nem adianta falar que apagou, vão virar wallpaper aqui no note, estou esperando.

Cantada urbana

February 16th, 2008 by Mi (de Camila)

Caminhando pela rua cantando alto, dou direções a uns três perdidos no mesmo quarteirão e reafirmo minha teoria de que alguma coisa na minha aparência sugere que eu seja muito inteligente, cordial e realmente conheça a cidade (eu sou tudo isso, mas desconheço quais são os sinais que eu emito a ponto de serem tão universais). Depois de cada informação, coloco de novo os fones de ouvido e volto a andar e cantar.

Até aqui, é coisa que acontece comigo diariamente.
O que vem a seguir é uma coisa muito sensacional, que eu sempre esperei que acontecesse.

Chego no refrão da música esperando o sinal de pedestres abrir. Parado ao meu lado, um desconhecido alto, usando Puma, Camiseteria e Chilli Beans, com os cabelos encaracolados ainda molhados. Estou calma, feliz e empolgada, cantando a música quando olho para o lado e reparo que ele está cantando junto.

Meu coração dispara: conheci o homem-da-minha-vida-de-hoje (eu encontro homens da minha vida diariamente). Ele canta comigo a música e caminha no mesmo sentido que eu. Chego na porta do trabalho, subo as escadas e dou mais uma olhada, pensando pela milésima vez se não é a hora de parar de cantar a música e tentar puxar um papo com o desconhecido cheiroso que começa a trabalhar nos mesmos horário e caminho que eu e certamente vai se esforçar para trombar mais comigo na rua porque, obviamente, ele ficou tão apaixonado comigo que vai querer me ver todos os dias da vida dele e vai me pedir em casamento igual ao Harry da Sally (eu crio histórias de relacionamentos inteiros para os homens da minha vida).

Chegando no topo da escada, olho para trás e lá está ele cantando a música, dançandinho no meio da rua, olhando para mim. Eu abro a porta e entro (ainda cantando a música). E ele continua lá, cantando e dançando e me olhando.

Aí a música acaba, como num filme, no momento certo. Ele fala “Ciao! Ótima música!” Eu respondo “Ciao! Que bom que você também gosta!” E então ele “Desviei meu caminho só porque vi você cantando essa música lá na rua debaixo, foi ótimo cantar com você.” Eu rio tímida, ele dá um tchauzinho e desce a rua de volta e eu fico lá parada com cara de idiota. Porra, nem pra trocar telefone?

A procura da batida perfeita…

February 10th, 2008 by Licio Fernando

batida
Batida perfeita? Sei não..
Um amigo meu costuma dizer que nós solteiros estamos a procura da batida perfeita. E devido aos últimos acontecimentos, tenho mais certeza que essa teoria é correta.O solteiro(não o encalhado) vive na tentativa e erro, mesmo que inconscientemente. Todos os solteiros procuram ouvir varias batidas e procuram o seu ritmo. Uns ouvem mais do que outros, uns simplesmente tentam não ouvir nada e são totalmente aleatórios.

Não adianta, ninguém sabe realmente como é essa batida. Não precisa me perguntar, nem ligar para o ponto P na MTV e nem mesmo mandar um e-mail para o Dr. Love, ela não é mesma para todo mundo, mas é fato que quando você encontrar, você irá saber! Ela é única e provoca os mais diferentes efeitos, mas em sua maioria provoca um estado de felicidade acima do normal, algo como o protagonista dessa propaganda.

A felicidade é completamente inexplicável, você se sente feliz somente de saber que essa pessoa existe, você admira tudo que ela faz. É um herói na sua vida, ou a sua musa inspiradora, algo que te motive a ir mais longe…
batida feia
A batida para alguns e como uma maldição..
Temos o exemplo da nossa ex-companheira de solteirisse, a Lori. Como vocês puderam ver no seu último post, ela encontrou a batida perfeita. É inevitável, a maldição batida perfeita vai acontecer com todos, mais cedo ou mais tarde e quando acontecer terá chegado o fim da sua jornada como solteiro.Então não tente fugir dela, viva, pegue e não se apegue mas não se esconda e nem se tranque, a sua hora vai chegar…

E você, já ouviu a batida perfeita?

Paixões de solteiro

January 14th, 2008 by Rafael Apocalypse

Solteiro deveria ser banido do convívio social! E olha que eu falo isso com conhecimento de causa.

Quando estamos em uma fase ‘não solteiro’ não importa onde você vá, ninguém te chama atenção mais que aquela pessoa que te fisgou. Tudo bem, à medida que o relacionamento caminha você começa, cada dia mais, achar outras pessoas, cada vez, mais interessantes.

Agora quando estamos na fase livre, leve e solto (risca que pareceu coisa de viado), qualquer pessoa é interessante, o grau de intensidade com que pessoas que jamais lhe chamariam a atenção parecem-lhe belas, varia de acordo com o tempo em que você joga no time dos solteiros.

No meu caso a coisa já anda complicada. No ônibus pro trabalho vejo não uma, mas duas, três supra-gatas, daquelas que você se pergunta: ‘Que diabos uma mulher como essa faz em um ônibus, às 7h da madrugada?’

E tem dia que a coisa fica ainda mais complicada. A gente se apaixona mesmo… de ficar pensando naquela beldade (que provavelmente passaria desapercebida se não fosse a solteirisse aguda) o dia todo. Ontem isso aconteceu. E aconteceu de uma forma que nunca havia acontecido antes. Não como aquele papo, engana trouxa que agente conta pras garotas no começo do relacionamento. Aconteceu realmente diferente. E para mostrar o quão diferente foi, na imagem abaixo, apresento-lhes minha nova paixão:

paixão do Apocalypse