Cantada urbana

February 16th, 2008 by Mi (de Camila)

Caminhando pela rua cantando alto, dou direções a uns três perdidos no mesmo quarteirão e reafirmo minha teoria de que alguma coisa na minha aparência sugere que eu seja muito inteligente, cordial e realmente conheça a cidade (eu sou tudo isso, mas desconheço quais são os sinais que eu emito a ponto de serem tão universais). Depois de cada informação, coloco de novo os fones de ouvido e volto a andar e cantar.

Até aqui, é coisa que acontece comigo diariamente.
O que vem a seguir é uma coisa muito sensacional, que eu sempre esperei que acontecesse.

Chego no refrão da música esperando o sinal de pedestres abrir. Parado ao meu lado, um desconhecido alto, usando Puma, Camiseteria e Chilli Beans, com os cabelos encaracolados ainda molhados. Estou calma, feliz e empolgada, cantando a música quando olho para o lado e reparo que ele está cantando junto.

Meu coração dispara: conheci o homem-da-minha-vida-de-hoje (eu encontro homens da minha vida diariamente). Ele canta comigo a música e caminha no mesmo sentido que eu. Chego na porta do trabalho, subo as escadas e dou mais uma olhada, pensando pela milésima vez se não é a hora de parar de cantar a música e tentar puxar um papo com o desconhecido cheiroso que começa a trabalhar nos mesmos horário e caminho que eu e certamente vai se esforçar para trombar mais comigo na rua porque, obviamente, ele ficou tão apaixonado comigo que vai querer me ver todos os dias da vida dele e vai me pedir em casamento igual ao Harry da Sally (eu crio histórias de relacionamentos inteiros para os homens da minha vida).

Chegando no topo da escada, olho para trás e lá está ele cantando a música, dançandinho no meio da rua, olhando para mim. Eu abro a porta e entro (ainda cantando a música). E ele continua lá, cantando e dançando e me olhando.

Aí a música acaba, como num filme, no momento certo. Ele fala “Ciao! Ótima música!” Eu respondo “Ciao! Que bom que você também gosta!” E então ele “Desviei meu caminho só porque vi você cantando essa música lá na rua debaixo, foi ótimo cantar com você.” Eu rio tímida, ele dá um tchauzinho e desce a rua de volta e eu fico lá parada com cara de idiota. Porra, nem pra trocar telefone?

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 6 - Porto Seguro

February 15th, 2008 by Bruno Dulcetti

Agora sim, me aproximava cada vez mais do meu destino. Pela primeira vez eu piso no solo da Região Nordeste Brasileira. Eu praticamente nunca tinha saído da Região Sudeste, só em duas oportunidades, mas tah valendo.

E começava mais um grande dia, o melhor até o momento. Pela noite de sono foi uma merda porque foram 11h de viagem num busão meio furreca, bem ≠ou-. Mas sem problema nenhum, estava num mochilão, naum tenho que reclamar de nada pois tudo poderia piorar. (nessa hora minha mão começou a doer pra kct d tanto escrever no bloco…)

E como foi tudo Bruno?

Quarto do AlbergueBom, cheguei cedo, mais cedo do que eu imaginava, porque na Bahia naum existe horário de verão, portanto, cheguei 1h antes do previsto. Sucesso Total!

Flor no AlbergueJá fui direto pro Albergue, procurando em algum lugar, jah que eu naum sabia andar por lá. Mas antes de encontrar o Albergue, fui pra uma LAN House para postar aqui no solteiros uma das partes que eu naum lembro qual foi :D

Depois cheguei, achei o Albergue tranquilamente. E era bom pra caramba, tinha até piscina na parada. A única merda eh que naum era muito perto do Centro de Porto Seguro, mas tah valendo.

E o valor Bruno?

Era o melhor de tudo, porque era somente R$27 com café e piscina. Sucesso Total!

E depois Dulça?

Vista do Centro de Porto SeguroArrumei todas as minhas malas, minhas coisas e parti pro centro, meio que sem rumo, mas queria conhecer mais a cidade. Passei pelo Bahamares, Axé Moi (essa que seria uma das melhoras coisas que eu poderia ter feito em PS), Tôa tôa, lugares famosos de Porto Seguro.

Depois decidi que partiria para Arraial D’Ajuda, lugar que naum deve ser esquecido numa viagem para Porto Seguro, assim como Trancoso. Dois lugares lindos e maravilhosos, com belas vistas. Mas isso eu vou deixar pro próximo post, pra próxima história.

Finalizando…

Bom, termino aqui porque prefiro contar separadamente ou outros lugares, passos eu Porto Seguro, porque senão fica grande demais e perde um pouco a emoção, a curiosidade. :D Eh mais para vocês ficarem com akela vontade de “quero mais mochilão do Dulcetti” :P

Beijo na alcatra.

Próxima Parada: Arraial D’Ajuda e Trancoso.

A procura da batida perfeita…

February 10th, 2008 by Licio Fernando

batida
Batida perfeita? Sei não..
Um amigo meu costuma dizer que nós solteiros estamos a procura da batida perfeita. E devido aos últimos acontecimentos, tenho mais certeza que essa teoria é correta.O solteiro(não o encalhado) vive na tentativa e erro, mesmo que inconscientemente. Todos os solteiros procuram ouvir varias batidas e procuram o seu ritmo. Uns ouvem mais do que outros, uns simplesmente tentam não ouvir nada e são totalmente aleatórios.

Não adianta, ninguém sabe realmente como é essa batida. Não precisa me perguntar, nem ligar para o ponto P na MTV e nem mesmo mandar um e-mail para o Dr. Love, ela não é mesma para todo mundo, mas é fato que quando você encontrar, você irá saber! Ela é única e provoca os mais diferentes efeitos, mas em sua maioria provoca um estado de felicidade acima do normal, algo como o protagonista dessa propaganda.

A felicidade é completamente inexplicável, você se sente feliz somente de saber que essa pessoa existe, você admira tudo que ela faz. É um herói na sua vida, ou a sua musa inspiradora, algo que te motive a ir mais longe…
batida feia
A batida para alguns e como uma maldição..
Temos o exemplo da nossa ex-companheira de solteirisse, a Lori. Como vocês puderam ver no seu último post, ela encontrou a batida perfeita. É inevitável, a maldição batida perfeita vai acontecer com todos, mais cedo ou mais tarde e quando acontecer terá chegado o fim da sua jornada como solteiro.Então não tente fugir dela, viva, pegue e não se apegue mas não se esconda e nem se tranque, a sua hora vai chegar…

E você, já ouviu a batida perfeita?

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 5 - Praia da Costa

February 9th, 2008 by Bruno Dulcetti

E lá fui eu, finamente, nessa saga de mochilão rumo a praia. Querendo, mas querendo muito entrar numa maldita praia, qualquer que fosse. E o tempo até que estava colaborando um pouco, inicialmente né.

Meu primo “mosca morta virgem e trabalhador” surge do nada, estava virado do trabalho e voltou bem cedo pra casa. E vocês acham por acaso que eu o deixei dormir? Porra nenhuma! Nunca serão! Jamais! O arrastei comigo pra praia, junto com minha prima e foda-se.

E choveu de novo Dulça?

Nops. Estava um tempinho meio safado e talz, mas já estava valendo. Tudo pelo banho de praia, água salgada, bundas saradas, ondas para surfar e tomar caixote e por ae vai.

Chegamos lá e finalmente consegui despistar a maldita nuvem que havia me seguido durante toda a maldita viagem. Já dizia o ditado “Quem ri por último, ri melhor”. Nuvem filha da puta.

Tava bom pelo menos Bruno?

Razoável. Não é uma praia de Ipanema, Barra da Tijuca, mas tah valendo. Tinham algumas ondas interessantes, porém, estourando meio na beira e talz. Mas deu pra pegar umas de peito e tomar uns caixotes de leve, pra brincar um pouco.

Um pequeno detalhe

Fica aqui a minha revolta pelos quiosques das praias de Vila Velha. Ficam devendo, e muito, para um fraquinho aqui do Rio. Fora as mulheres, corpos sarados e bronzeados. Não apareceu nenhuma bundinha interessante pra eu olhar.

A não ser por uma…

Um cara lindo e gostoso como eu, logicamente não poderia passar pela praia sem ser cantado por alguma mulher, por mais ridicula que ela fosse.

Uma duplinha de fêmeas, barangas obviamente, foram chegando perto, devagarzinho. Eu percebi nos olhos de uma delas, a mais ridícula, que ela me desejava e ao meu corpinho. Mas nem muito bêbado eu cometeria este crime ediondo, portanto, continuei na minha, quietinho, pegando meus jacarés sucessos.

Quando surge a cara de pau

E não é que a maldita, desejadora do meu corpinho, veio vindo pro fundo, propositalmente, para meio que simular um afogamento, quando lançou: “Se eu te falar que não estou conseguindo voltar, você acredita?”. Quase que eu falei não e a deixei se afogando.

E cadê a porra da amiga? Lógico que estava longe e esse trabalho acabou ficando para o Dulcetti gostosão e salva-vidas aqui né.

Eu, muito educado como sempre, a trouxe tranquilamente e disse para ela tomar mais cuidado. Ela agradeceu, mas foi de novo, um pouco mais tarde, armando outro afogamento. Móooooito danadghenha essa baranga. Mas antes que ela pudesse simular, já fui falando pra ela sair e tomar mais cuidado.

Porra Dulça. Curto e grosso.

Curto nada. É bem longo. auhauahuauauhauaauhahua

Ah porra, perae né, dai-me paciência por favor. Salva-virgens-barangas é foda Sou desenvolvedor do Videolog e da Globo.com, sai fora, mereço coisa melhor. Só às vezes que dou umas nadadas na praia e talz. E só se for gata que eu mudo de idéia. Se for baranga, afogo logo :D

Sucesso Brunão. E depois?

Bom, depois eu e meus primos partimos pra um boliche. Tinha tempo que eu não jogava, a última vez foi ano passado (como se fizesse tanto tempo assim).

Mas boliche em pleno mochilão Dulça?

Pow, relaxem. Era bem cedo ainda e meus primos não são muito disposicão, infelizmente. Tive que me contentar com o Boliche mesmo.

O pior é que são aqueles boliches com barbantes ou afins, bem toscos mesmo. Como eu estou acostumado com o Boliche do Barra Shopping, que foi o boliche oficial do Jogos Pan Americanos de 2007, foi difícil me adaptar. Mas deu pra me divertir.

E a nobre cerveja que faltava…

E foi no boliche mesmo que rolou e tomei umas cervas para lavar a alma e voltar ao normal, pois já estava me sentindo mal por tanto tempo assim, “na seca”.

Fora que vi umas ninfetas piriguetes sucesso total. E como eu adoro pé e sou meio pedófilo, amei tudo akilo. Pra quem gosta, Espirito Santo eh um prato cheio. uahuauahuhahahu

Mas nem deu pra beber muito, ficar bêbado. Só me diverti com boliche, fliperama e admirando e zoando algumas potrancas.

Finalizando

Depois disso tudo, parti pra Porto Seguro, já que pra Salvador era caro demais e mto tempo viajando. E tambem ia ser manero, conhecer mais cidades e talz. Mais uma noite dormindo num ônibus, indo pra outro estado, outra região, a nordeste e gostando muito do mochilão.

Beijos na alcatra, e como o outro post eu finalizei em Arraial D’Ajuda, bebendo, finalizo esse no Morro de São Paulo, também bebendo e de patrão. Pena que só deu pra postar agora né.

Próxima Parada: Porto Seguro

ps: desculpem a demora, mas fiquei sem internet por um bom tempo e logo depois que voltei eu fui pro carnaval, aí sabe como é né. Mas postarei mais rapidamente.

Ah se ele (não) fosse!!!

February 1st, 2008 by Rafael Apocalypse

Antes de começar este post, preciso esclarecer duas coisas: 1. eu não assisto tv, portanto qualquer comentário meu aqui é baseado 100% no que eu vi no vídeo abaixo e no que eu li/ouvi sobre o programa em questão; 2. Não estou generalizando, mas eu acho que pode sim haver algo em comum (vocês entenderão mais à baixo).

BigBrother é, como diria meu bom e velho pai, uma “galinhagem em rede nacional”. Assistindo ao vídeo à baixo eu só posso pensar duas coisas [duas coisas novamente, meu cérebro anda funcionando em binário… : ) ]: 1. Ou o coitado do rapaz não tem nada de emo, mas tudo de homo; ou, 2. O coitado do rapaz tem uma mulher perfeita, em todos os sentidos possíveis, do lado de fora e que o está esperando, e ainda por cima, é capaz de compreender e relever os eventos ocorridos às 2 da madruga, dentro daquele antro de galinhagem, e que podem ser comprovados no vídeo à baixo:

Depois de assistir aos 13 minutos deste vídeo, eu só posso falar: Ah se ele não fosse viado, ou Ah se ele fosse solteiro! Viu Rafinha, é bom demais ser solteiro meu chapa! : )

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 4 - Vila Velha

January 27th, 2008 by Bruno Dulcetti

Depois de um dia meio monótono, não fazendo muita coisa, mas me divertindo do mesmo jeito, amanheço noutro dia disposto a ir para Vila Velha.

Eu pensava que fosse longe pra kct, mas nada, é só atravessar uma ponte (praticamente miniatura da ponte Rio-Niterói), que chegamos em Vila Velha.

O que que Vila Velha tem Dulça?

Bom, não deu pra aproveitar muito, infelizmente, mas fui num convento maluco, que fica no alto de um morro doido ae. Seria como a Igreja da Penha aqui do Rio.

Tem um puta visual de lá de cima, tirei váaaaarias fotos de lá, inclusive da fábrica da Garoto que fica por lá. Mas o troxa aqui é diabético, então nem adiantaria ir prakela merda só pra babar né…

Só fotografou então Dulcetti?

Não, não. Fotografei bastante, mas meu dia não ficou só nisso não. Depois eu fui pra Praia que eu não lembro o nome, mas foda-se. O detalhe é que a filha da puta dakela nuvem veio atrás de mim novamente, deixando a porra do tempo pior do que já estava. (São Pedro FDP)

A praia pelo menos é legal Bruno?

Um pouco. Tava muito mexida, puxando pra kct e com umas ondas razoáveis. Não cheguei a entrar pq tava meio frio e eu estava sem culhão para tal feito.

Detalhes…

Se vier para Vitória, Vila Velha, venha preparado, pois venta pra kct nessa cidade, mas muito mesmo.

Ficou nessa então Dulça?

Sim. Depois fui pra casa, fiquei escrevendo uns posts que escrevi num blog sobre solteiros sabem? E depois voltou a chover (Ahhhhh nuvemzinha). Fiquei na net (discada) e vendo 24 Horas. Mais um dia sem cerva. E eu já começava a ficar preocupado com isso.

Finalizando…

Bjo na alcatra.

Próxima Parada: Praia da Costa

ps: lembrando novamente que não estou colocando fotos pq to numa LAN House. Dps atualizo essa budega.

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 3 - Vitória

January 26th, 2008 by Bruno Dulcetti

Vitória, Espírito Santo. Finalmente mudando de Estado. Agora sim :D Eis que chega a hora e estou aqui, entre o Rio e a Bahia, praticamente no meio do caminho.

Cheguei às 4h50 e acabei me ferrando, pois pensei que fosse chegar por volta das 6h, horário que disse ao meu tio que chegaria. Agora to meio sem graça de ligar essa hora. Vou esperar mais um pouco.

Enquanto isso…

A única merda é aturar esses malas que ficam pedindo dinheiro na rodoviária. O cara chega pra mim e fala: “E ae chefe, arruma essa ‘casa’ pro hippie?”. O cara queria nada mais nada menos que a minha mochila. Lógico, sem problemas, fico somente com a roupa do corpo e ele com tudo que é meu, inclusive o Cardoso Jr. E de brinde ainda te dou minha máquina digital tá bom?

Eu mereço. Passa logo tempo, passa…

E não é que o tempo passou?

Resolvi tomar coragem e ligar pro meu tio, já que ainda era bem cedo. E ele apareceu rápido e logo cheguei na casa dele. Se eu desse um peido, arroto, com certeza ele ouviria da casa dele de tão perto que é.

Tomei um café manero e depois fui descansar um pouco, já que a viagem foi tranquila, nem um pouco cansativa e muito confortável.

Só comeu e dormiu Dulça?

Nunca serão! Jamais!

Acordei, almoçei bem e talz. Essa é a vantagem de se ter parentes no caminho. Lugar pra dormir sucesso, comida “di grátis”. :D

Depois disso, parti pra praia Curva da Jurema (exatamenteiddo, esse nome mesmo). Prainha meio fraquinha, meio estilo Baía de Guanabara, mas tá valendo.

Tirei umas fotos maneiras, alguns vídeos bem toscos, pra variar, dei umas voltas, fui pra uma tal de Ilha do Frade, andei que nem um corno, mas foi sucesso. O tempo tava nublado, fraco, chuviscando às vezes e talz, não deu pra aproveitar muita coisa, mas sem problemas, com Dulcetti qq coisa tá sucesso.

Seu dia baseous-se em praia somente Dulcetti?

É né, fazer o que. Dulcetti Pé frio ta na área, levando consigo a merda do rastro d chuva. Parece que em cima de mim tinah uma nuvem carregada, vindo comigo desde o Rio.

Parou por ae então Bruno?

Marromeno. Tentei arrumar algo pra fazer, contatos e tudo mais. Em vão… Meu primo é uma mosca morta virgem, que não bebe, não sai, praticamente um nerd que só trabalha.

Eu até tentei ir sozinho, massss, como sempre, começou a chover. A maldita nuvenzinha resolveu, novamente, atacar pra cima de mim. Mas que filha da puta veja você.

Aí ficou em casa mesmo, coçando Dulça?

A parte manera é que ele tem bateria eletrônica e guitarra. Dae ficamos fazendo um som sagás, tocando o terror na vizinhança até de madruga. Sucesso total, apesar de não ter rolado chopp, álcool e afins. :D

Finalizando…

Dia bem marromenos, mas tá valendo. Beijo na alcatra.

Próxima Parada: Vila Velha.

ps: desculpem, mas esse post não terá fotos pq estou numa lan house, dae naum consegui colcoar as fotos da máq. pra cá. Mas depois eu atualizo essa budega toda.

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 2 - Macaé

January 25th, 2008 by Bruno Dulcetti

Estava com praticamente tudo planejado (ou não) para ir a Búzios. Mas um imprevisto do sexo feminino me fez atrasar, e com isso, mudar de planos. Mas valeu a pena porque ela é sucesso total. Mas também o tempo não estava ajudando muito, por isso, não seria muito interessante seguir para Búzios.

Boa Dulcetti. Mas conta a viagem.

Bom, acabou que ao invés de dormir na rodoviária, acabei arrumando um hotel bem furreco, tosco, pra dormir. Mas era baratinho e somente para descansar mesmo, então tava valendo tranqüilo.

Acordei, tomei um banho e segui caminho junto com o “imprevisto”. Fui pela praia, andamos bastante pela cidade, tirei algumas fotos, etc.

Só isso Dulcetti

Não exatamente, mas sem detalhes. :D

Depois, resolvi seguir caminho. Fui para Macaé, a cidade do Petróleo. Tudo isso porque não valeria a pena seguir para Búzios, depois Rio das Ostras, etc, pois o tempo estava ruim e talz.

Macaé, Macaé…

Não sei se é porque o tempo não estava ajudando, ou porque era terça-feira, mas creio que a cidade não tenha nada demais mesmo.

Mesa em Macaé Procurei uma tal de “Praia dos Cavaleiros”, andeeeeeeei que nem um fdp e nada. Só depois que percebi que eu estava indo pro lado errado. Mas tudo bem, pelo menos tirei algumas fotos e filmei mais um pouco.

Ficou pouco tempo então Dulça?

Sim, sim. Acabei caindo num bar em frente a Rodoviária, bebendo Itaipava, onde eu escrevi esse post agora no meu bloco de Posts. :D

Que, aliás, meu punho está doendo um bocado, desacostumado a escrever. Por isso que faço isso às vezes, de escrever a mão mesmo. Ficar digitando somente é foda.

Finalizando…

Parti num ônibus para Vitória às 22h30min. Pelo menos eu tinha algum lugar pra dormir agora :D

Amanhã a aventura continua. Beijo na Alcatra.

Próxima Parada: Vitória

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 1 – Cabo-Frio

January 23rd, 2008 by Bruno Dulcetti

Eu com o chapéu E finalmente começa o mochilão rumo a Salvador/BA. Depois de alguns imprevistos com mochila, máquina digital, eu consegui resolver tudo (acho). Segui viagem com meu chapéu verde de duende. Sucesso Total.

E logicamente que resolvi usar o pior jeito pra chegar: a baldeação. São as viagens mais baratas e que geralmente você precisa de alguns (muitos) transportes.

O Primeiro

Logicamente foi o ônibus convencional, rumo as barcas da Praça XV. E de lá eu peguei uma rumo a Niterói, minha primeira parada, caso ele não afundasse e meu segundo transporte.

JumboCat

Mas não é qualquer barquinha não, é um JumboCat. Exatamente isso que você leu, JumboCat. Provavelmente o criador pensou exatamente na mesma coisa que você está pensando agora. Achei uma ótima idéia.

Um Pequeno detalhe

Chapéu de Duende Lembram do chapéu de duende que comentei e que estava no vídeo do início? Pois então, eu estava com ele. Talvez fosse por isso que as pessoas ficaram me olhando de um jeito estranho, às vezes rindo e talz. Mas eu ainda acho que é porque eu sou muito bonito, mas tah valendo.

E se meu membro crescesse 1mt cada vez que as pessoas me olharam e riram, ele já estaria nas proximidades de Salvador mais ou menos.

Enfim, Cabo Frio…

Eu não falaria com tanta certeza assim. Lembram que eu escolhi o pior modo de viajar? Ela mesma que eu citei algumas linhas acima, a maldita baldeação.

Que que tem a baldeação?

É que se eu quisesse direto para Cabufa (Apelido carinhoso da cidade. Carinhoso? Que gay.), eu teria que andar mais pra chegar na rodoviária e pagar mais por isso.

E como você resolveu Dulcetti?

Peguei o terceiro transporte, outro ônibus, mas só que frescão, mas porque o tempo está fresco, agradável, porque o ônibus é tosco e quente.

O destino do ônibus era Araruama, cidade próxima de Cabufa (que lindo). O preço era R$8.50, tranqüilidade pura, baratinho, sem problema nenhum. E logicamente, mais risadas na fila, principalmente das crianças, que deveriam estar pensando: Que maluco imbecil com esse chapéu verde.

Quarto transporte e terceiro destino.

Não diria quarto, pois foi mais um ônibus convencional, mas ta valendo né. E não fiquei muito tempo na cidade não, somente uns 5 minutos mesmo, pois o ônibus pra Cabufa (ui) chegou rapidinho (ufa!).

Finalmente a Primeira Parada Oficial

Cheguei em Cabo-Frio (agora sim, que nem homem) por volta de 20h45min, vivo e saudável, porém sóbrio. E isso estava me deixando aflito. E um detalhe importante, sem lugar pra ficar, pra dormir e sem conhecidos. Ocorreu um problema de última hora e meu contato teve que abortar a missão.

Mas sem problemas. Tem bastante praia por p/ dormir e muitos bares para encher a cara. Agora é só conseguir uma LAN-HOUSE para postar isso. Acabou que só consegui postar isso aqui em Vitória mesmo.

Mas Dulcetti, sem bar e bebedeira?

Foto da Ponte do Canal Claro que não né. Parei num boteco que um cara tocava música ao vivo. Cantava um pouco mal o coitado, mas algumas músicas eram legais. Bebi alguns choppes e comi uma pizza. A chuva atrapalhou um bocado, mas deu pra filmar algumas coisas e tirar umas fotos toscas.

Finalizando…

Até amanhã, aquele abraço e um beijo na alcatra.

Próxima Parada: Búzios Macaé.