Cantada no “Ponto”…

July 1st, 2008 by Ronaldo Costa

Vou escrever  essa última da coleção aonde tudo começa que é no ponto de ônibus.

E num dia da semana qualquer à noite estou sentado numa marquise ao lado de uma garota, diga-se de passagem, uma linda garota. Quando chegou um rapaz e segue o diálogo:

- Oi, tudo bem? – Disse o garoto sentando ao lado dela.

- Tudo. Err… Eu te conheço? – Pergunta a garota.

- Eu acho que já te vi no mesmo ônibus que eu. Meu nome é Fernando e o seu?

- Gabriela. Ah, então deve ser isso.

- Pois é, tem um pouco mais de um mês que pego esse ônibus, mudei e não conheço ninguém no bairro.

- Ah, desse mal eu não morro. To no bairro desde que eu nasci.

- Poxa. Legal! Bem que você podia me ajudar a conhecer o pessoal lá. Vim do interior e não conheço ninguém alem do pessoal do trabalho.

- Claro. Eu já conheço quase todo mundo, nem que seja de vista.

- Me passa o seu telefone então pra gente marcar.

Celulares na mão e telefones sendo anotados, não só telefones…

- Voce tem msn? É bom que a gente vai se conhecendo também.

- Tenho sim, anota aí.

- Beleza. Oh, o seu, quero dizer, o nosso ônibus chegando. Mas, eu não vou nesse não. Vou esperar um colega. Te ligo depois então.

- Ah, então ta… Fico esperando sim. Tchau.

- Tchau.

Depois que ela foi embora fiquei reparando no rosto do rapaz. Um sorriso, um sorriso que parecia de garoto satisfeito depois de comer um bolo de chocolate inteiro. E sinceramente, eu acho que ele precisa desabafar, olhou pra mim e explicou a situação:

- Cara, você não vai acreditar. – Me disse ele arredando mais pro meu lado.

- Bom, depende. Me conte e eu decido. – Não que eu seja curioso, mas fica difícil acreditar ou não, sem saber o que é.

- Eu sempre vi essa menina nesse ponto, trabalho logo ali embaixo. Bixo, fiquei pensando durante um tempo como chegaria nela. Ate que me veio essa idéia e não é que deu certo? Agora é só jogar uma conversa mole no msn e marcar um encontro.

- Uai, cara… Mas, dá pra você marcar de encontrar com ela também, me desculpe, mas eu escutei a conversa, e vi que você mora no mesmo bairro que ela. – Foi exatamente nesse ponto (sem trocadilhos) que percebi o tamanho da minha ingenuidade.

- Cara, mas é aí que ta o lance. Eu não moro no mesmo bairro que ela. Só arrumei essa desculpa pra puxar papo e pegar o contato da garota.

Pronto! Eu não ia acreditar mesmo, ele venceu e a minha ingenuidade jogada na minha cara.

- Agora como vou explicar pra ela isso, é a próxima etapa. Mas, uma coisa de cada vez. Cara, vou chegar nessa. Abraço pra você.

- Outro. E aqui… Mandou bem cara.

- Valeu. A gente faz o que pode.

Vou contar uma coisa pra vocês. Vou continuar a andar de ônibus. To reparando que tenho aprendido muito com isso.

Pedreiro nosso de cada dia

June 23rd, 2008 by Mi (de Camila)

Fui ali encher o pneu da bicicleta no posto da esquina, coisa rotineira. Estava vestindo uma roupa qualquer, normalmente estou. Em algum quarteirão do meu bairro tem uma obra, sempre tem. Quando uma mulher passa em frente a uma obra, recebe uma cantada de pedreiros, quase fato, não é?

[parênteses]
Inclusive, quando eu passo em frente a uma obra e não sou cantada, fico meio deprimida. Vocês não?
[/parentêses]

Esta foi a que eu recebi hoje:

- Aô, ferramenta!

Mas qual ferramenta?

Achei muito apropriada e devidamente pedreira.

Ônibus 3

June 20th, 2008 by Ronaldo Costa

Peguei o ônibus pela manha para ir ao trabalho, e pensei que seria mais um dia normal de trabalho e faculdade. Engano. Ledo engano.

No meio do trajeto vi uma moça muito bonita sentar no banco oposto ao meu. Vi (e escutei) que estava de fones escutando uma musica no ultimo volume. Depois de uns dois pontos a frente entra um rapaz bem vestido para ser um entregador de flores. Sim, ele esta com um buquê enorme nas mãos.

O ônibus estava com quase todas as cadeiras cheias, ou seja, não tinha ninguém em pé, e todos sentados mal sabendo o espetáculo que estava para começar. O rapaz das flores chegou bem perto da moça bonita do banco oposto e vi que, quanto mais próximo ele chegava, mais ela ficava vermelha e afundava na cadeira. Consegui ler dos seus lábios “Não, não, não…”, dizia bem baixinho.

- Por favor, Ana. Tire os fones. – disse o rapaz tocando-a no ombro.

- Leo, não faça isso, por favor. – sussurrou a menina do banco oposto, agora com nome.

- Agora é tarde, meu bem. Você não quis me escutar. – Disse ele voltando para junto ao trocador.

E a festa começou:

- Senhoras e Senhores. Estou aqui hoje para não só ir ao meu trabalho, pois não estou aqui pra roubar e nem para matar. Apenas, e digo apenas (Essa parte me comoveu, ele dizendo isso apontando pro céu e depois apontado para a Ana) para declarar o meu amor por essa garota. Uma garota tímida e meiga. Que hoje recebe das minhas mãos essas flores – foi na direção dela e entregou as flores, notei que ela não queria pegar, mas ele simplesmente abandonou as flores em seu colo.

- Agora, leio esses versos que fiz pra ela:

Ana, uma menina bacana.
Que Deus colocou em minha vida.
E não vai tirar por que não é sacana.
E vai alegrar a minha humilde vida.

- Ana, gostaria de fazer isso por você! E só não fui ao Gugu no quadro loucuras de amor, porque ainda não me chamaram. Mas, tenho fé em Deus que irei ser chamado. E não só esse ônibus hoje, mas todo o Brasil e o mundo, saberão o meu amor por você.

Mal, terminou de falar algumas pessoas (sacanas) aplaudiram de pé, mas no seus lugares como medo de perdê-lo, pois o ônibus já estava cheio. E no meio desse tumulto todo a Ana desceu correndo com as flores na mão, e claro o tal Leo foi atrás. Muitos (inclusive eu) colocaram a cabeça pra fora pra ver o final (ou inicio) dessa historia. Mas, o ônibus arrancou e não conseguimos escutar nada.

Nunca mais vi essa garota no ônibus (e nem em nenhum noticiário policial), cheguei ate a pegá-lo uns dois horários antes e depois do habitual, mas nada. Simplesmente fico pensando no que as pessoas são capazes para libertarem da vida de solteiro, pobre mortais!

Ônibus 2

June 1st, 2008 by Ronaldo Costa

Marcos estava no ônibus indo para o trabalho, quando sentou uma loira de proporções suaves e alegre. Marcos pensou rápido e pegou um livro da biblioteca que tava na sua mochila e nem sequer tinha lido e já tinha passado a data de entregá-lo. Lendo em qualquer pagina e toda hora olhava de rabo de olho pra garota, ela percebendo olhava também. Até que nessas trocas de olhares pela metade ele vira pra ela e aponta o dedo:

- Ah! Você me pegou! Sim, eu tava olhando pra você! Me condene! – Disse ele um tanto quanto alto para 7 horas da manha, onde todo mundo quer apenas cama – Prazer, meu nome é Marcos e o seu?

- Err… Letícia. – Disse a garota totalmente vermelha.

- E aí, ta indo pra onde? – Disse Marcos.

- To indo pro trabalho.

- Hummm… Gosto de garotas que trabalham. Amelias é coisa do passado, né? E você faz o que?

- Eu trabalho num laboratório, sou recepcionista. – Disse Letícia com uma vontade de sumir no mundo, pela altura com que ele falava e todos olhando.

- Recepcionista?! E você recebe o que? Hahahaha! Sacou o trocadilho?!Ahn… ahn… – Marcos foi falando e fazendo o famoso gesto do trocadilho com os dedos.

- Eu trabalho com vendas de celular. Qual é o seu numero?

- É um Nokia 6100. – Disse Letícia friamente e esperando que ele notasse.

- Garota esperta, não to falando do modelo, to falando do numero mesmo…

- Olha, já ta quase na hora d’eu descer, depois conversamos…

- Ta afim de tomar um café da manha comigo não? – Disse Marcos já segurando-a pelo braço.

- Já tomei em casa, obrigada.

- Vai perder o lnachinho da sua sogrinha, olha que ela colocou pra mim hj… Hum… deixa eu ver… Tem um bolinho de cenoura e um todynho… Ahn…Ahn… Vai perder!?

- Já perdi! Tchau!

Electricity

April 19th, 2008 by Mi (de Camila)

Ele começa a falar:

- Eu tô num ponto da noite que eu trocaria qualquer coisa por comida japonesa…

E eu já começo a sugerir ir comer um Temaki, antes disso ele completa:

- … mas eu prefiro comer uma japonesa.

No olho dele, um brilho. Nas minhas bochechas, vermelho.

tchau, legal.

March 23rd, 2008 by Mariana Apocalypse

vamos dançar?
não.
pq?
eu não danço.
pq?
pq eu não sei.
ah, nem eu, aí a gente aproveita pra aprender junto.
agora é que não mesmo, dois que não sabem dançar…
tu é sempre chata assim?
sou.
tchau, chata.
tchau, legal.
posso te dar um beijo?
tchau, legal.
só um beijinho…
tchau, legal.
chata!
tchau, legal.

(não sou legal e nem tô te dando mole)

A arte de Porteirar. Algumas cantadas de Porteiro.

February 25th, 2008 by Bruno Dulcetti

Um tempo atrás, depois de vivenciar e assistir e rir de algumas cantada “maravilhosas”, percebi que isso era meio que um “dom” de poucas (?) pessoas.

Com isso, resolvi lançar um novo verbo na língua portuguesa: Porteirar. Sim, exatamente isso, porteirar:

  • Eu porteiro
  • Tu porteiras
  • Ele porteira
  • Nós porteiramos
  • Vós porteirais
  • Eles porteiram

Que coisa tosca Dulcetti…

Com certeza. Mas só que mais tosco que isso, é ouvir as cantadas de um caboclo desses. Abaixo vão algumas pérolas:

“Solto pipa e rodo peão, quer ficar comigo sim ou não?”

Essa é típica de um porteiro estagiário, jovem, que ainda frequenta boates (ou não), mas ainda não conseguiu adquirir experiência para o flerte masculino decente da vida.

Essa também é típica de cantadas de carnaval, onde o sujeito completamente trêbado aborda a fêmea e lança uma dessas. Mas mesmo sendo jovem, carnavalesco e bêbado, não deixa de ser um porteiro, portanto, ele não deixou de porteirar.

“Não sabia que existia sereias com pernas.”

Aff… Essa é completamente tosca e o sujeito deve possuir um Mestrado em Porteiragem. Essa é o ápice do verbo porteirar e da cara de pau masculina. Tem que se ter muita coragem para lançar uma dessas. Mas só que bêbado essa coragem chega mais rápido que se imagina. (vide ps mais abaixo)

“Não sabia que as bonecas de hoje sabiam andar…”

Taquiuspariu… Na moral, essa também é típica de um porteiro punheteiro. Típico daqueles que já tentaram de tudo na boate e tomaram mais de 50 tocos e lançam uma dessas para ver se a fêmea, pelo menos, ri dele. O problema é esse, vai rir dele e não PARA ele. Mas, fazer o que neh. Já ouvi mulheres falando que é fofinha essa cantada. Aff…

Finalizando…

Se você riu dessas cantadas e imaginou a lata do sujeito, parabéns, você é uma pessoa consideravelmente normal. Agora, se você além de achar graça, achou essas cantadas fofas, legais, é só mandar os seus contatos que eu deixo em cada portaria do Rio de Janeiro. Mas por favor, com foto de rosto e corpo inteiro.

PS: sim, o famoso ps que falei lá em cima. Um camarada meu já lançou todas essas cantadas. Não, não. Ele não é porteiro, mas adora parecer um. E sim, ele estava bêbado em todas as ocasiões e tomou um belo toco em cada uma delas.

Tah blz Dulça, mas que que tem?

Eu, como um bom amigo, resolvi usar essa tática só de sacanagem. Lembra daquela cantada da sereia? Sim, sim. Eu a utilizei com uma mineirinha de Juiz de Fora, e adivinhem…

Exatamente. Deu certo. E o mais engraçado foi todo mundo com aquela cara de bobo olhando pra mim e pensando: “Mas que fdp…”

Fazer o que… Tem que ter carisma e talento. :D

Bjo na alcatra.

Já ia me esquecendo. Sempre quando algum camarada mandar algo parecido, fale para ele: “Ih! Porteirou!”. ;)

Cantada urbana

February 16th, 2008 by Mi (de Camila)

Caminhando pela rua cantando alto, dou direções a uns três perdidos no mesmo quarteirão e reafirmo minha teoria de que alguma coisa na minha aparência sugere que eu seja muito inteligente, cordial e realmente conheça a cidade (eu sou tudo isso, mas desconheço quais são os sinais que eu emito a ponto de serem tão universais). Depois de cada informação, coloco de novo os fones de ouvido e volto a andar e cantar.

Até aqui, é coisa que acontece comigo diariamente.
O que vem a seguir é uma coisa muito sensacional, que eu sempre esperei que acontecesse.

Chego no refrão da música esperando o sinal de pedestres abrir. Parado ao meu lado, um desconhecido alto, usando Puma, Camiseteria e Chilli Beans, com os cabelos encaracolados ainda molhados. Estou calma, feliz e empolgada, cantando a música quando olho para o lado e reparo que ele está cantando junto.

Meu coração dispara: conheci o homem-da-minha-vida-de-hoje (eu encontro homens da minha vida diariamente). Ele canta comigo a música e caminha no mesmo sentido que eu. Chego na porta do trabalho, subo as escadas e dou mais uma olhada, pensando pela milésima vez se não é a hora de parar de cantar a música e tentar puxar um papo com o desconhecido cheiroso que começa a trabalhar nos mesmos horário e caminho que eu e certamente vai se esforçar para trombar mais comigo na rua porque, obviamente, ele ficou tão apaixonado comigo que vai querer me ver todos os dias da vida dele e vai me pedir em casamento igual ao Harry da Sally (eu crio histórias de relacionamentos inteiros para os homens da minha vida).

Chegando no topo da escada, olho para trás e lá está ele cantando a música, dançandinho no meio da rua, olhando para mim. Eu abro a porta e entro (ainda cantando a música). E ele continua lá, cantando e dançando e me olhando.

Aí a música acaba, como num filme, no momento certo. Ele fala “Ciao! Ótima música!” Eu respondo “Ciao! Que bom que você também gosta!” E então ele “Desviei meu caminho só porque vi você cantando essa música lá na rua debaixo, foi ótimo cantar com você.” Eu rio tímida, ele dá um tchauzinho e desce a rua de volta e eu fico lá parada com cara de idiota. Porra, nem pra trocar telefone?

Ah se ele (não) fosse!!!

February 1st, 2008 by Rafael Apocalypse

Antes de começar este post, preciso esclarecer duas coisas: 1. eu não assisto tv, portanto qualquer comentário meu aqui é baseado 100% no que eu vi no vídeo abaixo e no que eu li/ouvi sobre o programa em questão; 2. Não estou generalizando, mas eu acho que pode sim haver algo em comum (vocês entenderão mais à baixo).

BigBrother é, como diria meu bom e velho pai, uma “galinhagem em rede nacional”. Assistindo ao vídeo à baixo eu só posso pensar duas coisas [duas coisas novamente, meu cérebro anda funcionando em binário… : ) ]: 1. Ou o coitado do rapaz não tem nada de emo, mas tudo de homo; ou, 2. O coitado do rapaz tem uma mulher perfeita, em todos os sentidos possíveis, do lado de fora e que o está esperando, e ainda por cima, é capaz de compreender e relever os eventos ocorridos às 2 da madruga, dentro daquele antro de galinhagem, e que podem ser comprovados no vídeo à baixo:

Depois de assistir aos 13 minutos deste vídeo, eu só posso falar: Ah se ele não fosse viado, ou Ah se ele fosse solteiro! Viu Rafinha, é bom demais ser solteiro meu chapa! : )

Solteiros 2.0?

January 17th, 2008 by Bruno Dulcetti

É… O tempo passa, você percebe que está ficando velho, que muitas coisas mudaram, estão mudando. E uma dessas coisas é a tecnologia e principalmente como nós estamos lidando com ela. Cada atitude no dia a dia, pensamentos, idéias, decisões, entre outras coisas a mais, até mesmo na vida dos solteiros.

“Aham Dulcetti! Mas que que tuh tah falando? Pq vc tá dizendo isso?”

Ok, ok, calma, eu explico. Esse foi apenas um pensamento meu, que eu fiquei pensando bastante e resolvi postar isso neste blog. :D

Estava eu, num sábado desses qualquer, um tempo atrás, em Itaipava - Petrópolis, interior do estado do Rio de Janeiro, na Exposição Agropecuária que tem todo ano no local, rola durante +ou- 1 semana, uns shows ao vivo, paradas de rodeio e afins, que toda festa agropecuária tem.

Bebida vai, bebida vem neh (sou filho de Deus pow, sou desenvolvedor, etc, mas eu vivo tb, naum sou nerd, sou solteiro, pego mulher, faço sexo e tudo mais… auhauhauahuauauhaua), até que vi uma garota interessante e uma amiga minha disse que ela estava “de olho” em mim… hehehehe… Logicamente neh, com esse corpinho lindo, olhos claros, rosto de galã, lindo demais… :D Ae rolou, sucesso, tranquilo, talz e talz… Quando depois, numa das pausas, a garota me perguntou:

- Qual seu Orkut?

Ae eu parei, achei engraçado, mas disse. Falei que eu estava no grupo de amigos da amiga dela que também era minha né (que confusão :D). Ela me adicionou, depois o msn e tal. Estaríamos nós, solteiros, entrando numa “Era 2.0″ de cantadas e respostas?

Blz Dulcetti, mas e daí?

Ok, acabou a história, maaaaaaas… Agora entra o porquê estou escrevendo esta baboseira toda aqui neste Blog. Depois, quando cheguei em casa, no dia seguinte, pensei comigo, achei engraçado e interessante ela ter pedido meu Orkut. Fiquei imaginando a mesma situação há alguns anos atrás. Antigamente vc pedia o telefone e QUEM tinha celular, poderia anotar nele, senaum, ficaríamos forçando a memória para não esquecer o telefone ou entaum pagava um mico de escrever num guardanapo, por exemplo.

Tempos se passaram, foram começando a surgir os celulares, todo mundo praticamente jah tinha o seu, e com isso foi ficando mais fácil anotar os telefones (isso quando vc naum estava bêbado e anotava somente a primeira letra do nome e acordava no dia seguinte nem lembrando do nome e rosto da garota :D).

Agora, hoje em dia, não só nós fazemos isso, mas também as mulheres pedem os dados. O engraçado eh q os dados solicitados não são somente telefones, mas sim MSN’s, Orkut’s da vida, fora outras coisas que, por enquanto, naum aconteceu comigo.

Com isso, fico imaginando onde vamos parar… A tecnologia hoje está no cotidiano, muito mais do que antigamente. A internet, hoje, é uma das principais ferramentas, naum soh de estudo e trabalho como era vista uns 4 anos atrás, mas sim como comunicação também. Hoje, eu acredito que muitos solteiros, pessoas normais (ok, eu naum sou normal), prefiram conversar no MSN do que no telefone. Pelo menos eu acho um saco o telefone, mas td bem.

Verdade Dulça, tem razão

Lógico que eu tenho razão. Eu sempre tenho razão e nunca se esqueça disso. :P

Ontem nós ficávamos pedindo telefone, hoje pedimos orkut. Hoje fazemos sexo, será que um dia deixaremos de fazer o sexo normal e faremos um sexo tecnológico? Pq o virtual existe, mas naum vejo graça nenhuma nisso. E caso apareça uma nova forma de sexo, naum serei um adepto. Prefiro muito mais a forma tradicional, do que qq outra. E viva o sexo e a solteirisse.

Finalizando…

Troquem telefones ou msn’s nas boates, matem as saudades dando um abraço ou enviando um scrap, mande um presente pessoalmente ou compre via e-commerce pedindo pra entregar em qq lugar do Brasil. Participem dessa Globalização Tecnológica, mas cuidado, senão você pode ser pego por algum vírus. :D E que naum seja do amor, para que nós continuemos solteiros :P

Beijo na alcatra.