Msn, onde as pernas não tremem…

January 29th, 2008 by Rafael Apocalypse

Existem dois tipos de solteiros, os que escolhem ser solteiro, e os que estão apenas numa fase de solteirisse. Dentro do segundo tipo, existem ‘n’ subdivisões, entre elas aqueles que acabaram de levar um pé-na-bunda, os que deram um pé-na-bunda, e os que não conseguem pronunciar mais que duas palavras com uma pessoa do sexo oposto.

As pessoas do terceiro grupo, espécimes sobre os quais vou divagar por aqui. Quando cara-a-cara com a vítima, as pessoas desse seleto, e enorme, grupo, não sabem se riem, o que falar, e pra piorar, não sabem nem mesmo onde colocar as mãos.

Seja numa festa, num barzinho, no meio da rua, e nem mesmo quando todos os amigos ajudam, arando o solo antes do coitado(a) chegar junto e começar a gaguejar, a coisa é diferente.

Mas basta um computador, sem webcam, acesso à internet (e nem precisa ser banda-larga), e um msn instalado que a coisa muda. Fica fácil saber onde colocar a mão, no teclado, claro… Rir demais ou de menos também não faz diferença, desde que você não coloque linhas e linhas daqueles sombrios uahauhauhauah (que mais parecem risadas de bruxas) ou de alegres hehhehehe. Sem contar que um browser aberto no google, um dicionário do lado e um pouco de criatividade são suficientes para sempre, encontrar as palavras certas, e dizer exatamente aquilo que sua vítima deseja ouvir.

Deus abençoe a internet, louvado seja o messenger!

Carnaval, alegria do solteiro

January 29th, 2008 by Licio Fernando

Carnaval - Para alguns pesquisadores o Carnaval tem raízes históricas que remontam aos bacanais e a festejos similares em Roma precisa dizer mais? (fonte: wikipedia)

chicleteTodos amam chiclete!

O carnaval é o momento mais esperado do ano na vida de um solteiro, é a oportunidade de pegar tudo e todas que ele não pegou no ano que passou. Talvez você pobre leitor esteja chocado com tal afirmação, mas digo mais! É fato que todos os homens vão ao carnaval para pegar geral e todas as mulheres vão para serem pegadas! Ou alguem ainda é ingenuo o suficiente para acreditar que alguem realmente vá ao carnaval porque gosta de axé?
Com base nessa premissa, o carnaval é um ambiente propricio à livre pegação, eu gostaria de me aprofundar nesse assunto, mas nunca tive o desprazer de comparecer ao ambiente de caça. Imagino que o carnaval seja como a selva: um monte de zebrinhas com abadás customizados e devidamente alcoolizadas com os leões suados de topete e obviamente alcoolizados rodeando a caça. Os leões atacam um grupo, as zebrinhas correm para um lado, correm para o outro, mas acabam virando lanche. Isso se repete varias vezes, e zebrinhas e leões ficam nesse circulo frenetico de caça e caçador.
A festa da carne é ótimo para todos que estão a ver navios, som alto e muita bebida permitem que você não diga uma palavra. Se mesmo asssim você ainda está timido ou receioso, espere aquela musica que diz “Beija..á..á.. ée..i… ó.. uu” e beije a primeira zebra moça que aparecer. Mas atenção, para o bem dos seus dentes e posterior aproveitamento do resto do carnaval, obsever se a moça está acompanhada.
diamantina
Aproveite as dicas, compre um galão de listerine e container de camisinhas. Para as mulheres, a mistura vodka, cerveja, martini, gasolina, solventes e outras coizitas más podem resultar em celebridades da internet pós-carnaval.

Dica importante: Caso você não queira continuar solteiro neste “restinho” de ano, por favor JOGUE FORA SEU ABADÁ APÓS O CARNAVAL, nada de usa-lo para ir à padaria ou à academia. Isso é consenso tanto para homens quanto para mulheres. Se eu te ver na rua usando abadá, serei o primeiro a gritar: “_O carnaval já passou!” ou “_Abadá é ingresso!”.

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 4 - Vila Velha

January 27th, 2008 by Bruno Dulcetti

Depois de um dia meio monótono, não fazendo muita coisa, mas me divertindo do mesmo jeito, amanheço noutro dia disposto a ir para Vila Velha.

Eu pensava que fosse longe pra kct, mas nada, é só atravessar uma ponte (praticamente miniatura da ponte Rio-Niterói), que chegamos em Vila Velha.

O que que Vila Velha tem Dulça?

Bom, não deu pra aproveitar muito, infelizmente, mas fui num convento maluco, que fica no alto de um morro doido ae. Seria como a Igreja da Penha aqui do Rio.

Tem um puta visual de lá de cima, tirei váaaaarias fotos de lá, inclusive da fábrica da Garoto que fica por lá. Mas o troxa aqui é diabético, então nem adiantaria ir prakela merda só pra babar né…

Só fotografou então Dulcetti?

Não, não. Fotografei bastante, mas meu dia não ficou só nisso não. Depois eu fui pra Praia que eu não lembro o nome, mas foda-se. O detalhe é que a filha da puta dakela nuvem veio atrás de mim novamente, deixando a porra do tempo pior do que já estava. (São Pedro FDP)

A praia pelo menos é legal Bruno?

Um pouco. Tava muito mexida, puxando pra kct e com umas ondas razoáveis. Não cheguei a entrar pq tava meio frio e eu estava sem culhão para tal feito.

Detalhes…

Se vier para Vitória, Vila Velha, venha preparado, pois venta pra kct nessa cidade, mas muito mesmo.

Ficou nessa então Dulça?

Sim. Depois fui pra casa, fiquei escrevendo uns posts que escrevi num blog sobre solteiros sabem? E depois voltou a chover (Ahhhhh nuvemzinha). Fiquei na net (discada) e vendo 24 Horas. Mais um dia sem cerva. E eu já começava a ficar preocupado com isso.

Finalizando…

Bjo na alcatra.

Próxima Parada: Praia da Costa

ps: lembrando novamente que não estou colocando fotos pq to numa LAN House. Dps atualizo essa budega.

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 3 - Vitória

January 26th, 2008 by Bruno Dulcetti

Vitória, Espírito Santo. Finalmente mudando de Estado. Agora sim :D Eis que chega a hora e estou aqui, entre o Rio e a Bahia, praticamente no meio do caminho.

Cheguei às 4h50 e acabei me ferrando, pois pensei que fosse chegar por volta das 6h, horário que disse ao meu tio que chegaria. Agora to meio sem graça de ligar essa hora. Vou esperar mais um pouco.

Enquanto isso…

A única merda é aturar esses malas que ficam pedindo dinheiro na rodoviária. O cara chega pra mim e fala: “E ae chefe, arruma essa ‘casa’ pro hippie?”. O cara queria nada mais nada menos que a minha mochila. Lógico, sem problemas, fico somente com a roupa do corpo e ele com tudo que é meu, inclusive o Cardoso Jr. E de brinde ainda te dou minha máquina digital tá bom?

Eu mereço. Passa logo tempo, passa…

E não é que o tempo passou?

Resolvi tomar coragem e ligar pro meu tio, já que ainda era bem cedo. E ele apareceu rápido e logo cheguei na casa dele. Se eu desse um peido, arroto, com certeza ele ouviria da casa dele de tão perto que é.

Tomei um café manero e depois fui descansar um pouco, já que a viagem foi tranquila, nem um pouco cansativa e muito confortável.

Só comeu e dormiu Dulça?

Nunca serão! Jamais!

Acordei, almoçei bem e talz. Essa é a vantagem de se ter parentes no caminho. Lugar pra dormir sucesso, comida “di grátis”. :D

Depois disso, parti pra praia Curva da Jurema (exatamenteiddo, esse nome mesmo). Prainha meio fraquinha, meio estilo Baía de Guanabara, mas tá valendo.

Tirei umas fotos maneiras, alguns vídeos bem toscos, pra variar, dei umas voltas, fui pra uma tal de Ilha do Frade, andei que nem um corno, mas foi sucesso. O tempo tava nublado, fraco, chuviscando às vezes e talz, não deu pra aproveitar muita coisa, mas sem problemas, com Dulcetti qq coisa tá sucesso.

Seu dia baseous-se em praia somente Dulcetti?

É né, fazer o que. Dulcetti Pé frio ta na área, levando consigo a merda do rastro d chuva. Parece que em cima de mim tinah uma nuvem carregada, vindo comigo desde o Rio.

Parou por ae então Bruno?

Marromeno. Tentei arrumar algo pra fazer, contatos e tudo mais. Em vão… Meu primo é uma mosca morta virgem, que não bebe, não sai, praticamente um nerd que só trabalha.

Eu até tentei ir sozinho, massss, como sempre, começou a chover. A maldita nuvenzinha resolveu, novamente, atacar pra cima de mim. Mas que filha da puta veja você.

Aí ficou em casa mesmo, coçando Dulça?

A parte manera é que ele tem bateria eletrônica e guitarra. Dae ficamos fazendo um som sagás, tocando o terror na vizinhança até de madruga. Sucesso total, apesar de não ter rolado chopp, álcool e afins. :D

Finalizando…

Dia bem marromenos, mas tá valendo. Beijo na alcatra.

Próxima Parada: Vila Velha.

ps: desculpem, mas esse post não terá fotos pq estou numa lan house, dae naum consegui colcoar as fotos da máq. pra cá. Mas depois eu atualizo essa budega toda.

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 2 - Macaé

January 25th, 2008 by Bruno Dulcetti

Estava com praticamente tudo planejado (ou não) para ir a Búzios. Mas um imprevisto do sexo feminino me fez atrasar, e com isso, mudar de planos. Mas valeu a pena porque ela é sucesso total. Mas também o tempo não estava ajudando muito, por isso, não seria muito interessante seguir para Búzios.

Boa Dulcetti. Mas conta a viagem.

Bom, acabou que ao invés de dormir na rodoviária, acabei arrumando um hotel bem furreco, tosco, pra dormir. Mas era baratinho e somente para descansar mesmo, então tava valendo tranqüilo.

Acordei, tomei um banho e segui caminho junto com o “imprevisto”. Fui pela praia, andamos bastante pela cidade, tirei algumas fotos, etc.

Só isso Dulcetti

Não exatamente, mas sem detalhes. :D

Depois, resolvi seguir caminho. Fui para Macaé, a cidade do Petróleo. Tudo isso porque não valeria a pena seguir para Búzios, depois Rio das Ostras, etc, pois o tempo estava ruim e talz.

Macaé, Macaé…

Não sei se é porque o tempo não estava ajudando, ou porque era terça-feira, mas creio que a cidade não tenha nada demais mesmo.

Mesa em Macaé Procurei uma tal de “Praia dos Cavaleiros”, andeeeeeeei que nem um fdp e nada. Só depois que percebi que eu estava indo pro lado errado. Mas tudo bem, pelo menos tirei algumas fotos e filmei mais um pouco.

Ficou pouco tempo então Dulça?

Sim, sim. Acabei caindo num bar em frente a Rodoviária, bebendo Itaipava, onde eu escrevi esse post agora no meu bloco de Posts. :D

Que, aliás, meu punho está doendo um bocado, desacostumado a escrever. Por isso que faço isso às vezes, de escrever a mão mesmo. Ficar digitando somente é foda.

Finalizando…

Parti num ônibus para Vitória às 22h30min. Pelo menos eu tinha algum lugar pra dormir agora :D

Amanhã a aventura continua. Beijo na Alcatra.

Próxima Parada: Vitória

Quero colo!

January 25th, 2008 by Rafael Apocalypse

Tem horas que o colo da mãe não vale, e o que precisamos mesmo é daquele colo que é acompanhado de beijos, carícias e claro de atenção.

Essa semana começou assim, durante uma prova de enduro à pé que participei, tomei um baita tombo, só parei quando as costas encontraram uma árvore. 13,5 km de prova, muitas subidas, e o preparo de começo de ano, que não é lá essas coisas, me deixaram literalmente quebrado.

Segunda feira o corpo inteiro doia, sem contar domingo à noite, terça idem, quarta nem tanto, quinta… dor? que dor?

Quando doi, quando a gente fica carente, a gente realmente dá o braço a torcer e pede: COLO! Mas calma ai, eu sou solteiro, de verdade, por convicção… mas caramba eu quero colo! : (

If you have just one, let me be that love….

January 24th, 2008 by Lori

Então que um mocinho trouxe à tona nos comentários do post anterior a questão dos relacionamentos abertos. Relacionamento aberto… Ah… Minha boca saliva só de dizer essas duas palavras. Relacionamento aberto é o Santo Graal de todos os relacionamentos.

Fotos originais por Marianne Perdomo Quem não gostaria de ter um relacionamento tão íntimo, tão confortável, tão seguro, que fosse absolutamente livre de amarras?

Na minha utopia todos os relacionamentos deveriam ser assim. A gente tem essa tendência a fazer do amor uma prisão. Não é que o coração não guarde sentimentos verdadeiros, mas nossas cabeças corrompem tudo inventando coisas como posse, dívidas, necessidades. Como se dar a uma outra pessoa esse sentimento precise de pagamento. Tipo: eu te amo logo, você precisa fazer isso, isso e aquilo pra mim. As incontáveis provas. Não é suficiente ser você mesmo e compartilhar aquilo com outro alguém que está só sendo ele mesmo. A idéia que vinga é que quando se ama somos do outro e não mais de nós mesmos.

O estigma do termo “relacionamento aberto” é que ele só existe para que ambas as partes caiam pra vagabundagem. Eu ainda tenho dificuldades em entender porque o prazer sexual é tão feio, sujo e bobo.

Não tô falando que não sinto uma dorzinha quando gosto de alguém que decide transar com outro alguém, mas na real, eu preferiria não sentir. Eu não entendo porque não consigo ser simpática com a realização sexual de alguém que quero bem, como me sinto quando, por exemplo, a pessoa conquista algo profissionalmente….

Enfim, o fato é que eu nunca vi relacionamentos abertos funcionarem. Me lembro da primeira vez que ouvi falar disso. Eu tinha uns 17 anos e no meio que eu andava tinha um grupo que pregava um monte de coisas diferentes/revolucionárias/libertárias. Eles tinham alugado uma casa e moravam todos juntos com seus novos conceitos e ideais, mas quem tava fora pouco sabia do que rolava lá dentro. Até que uma amiga minha começou a namorar uma mocinha desse grupo. A primeira coisa que eu quis saber foi “uai, mas ela não era casada com o Fulaninho?”, era e continuava casada, eles tinham um “relacionamento aberto”. Achei toda a idéia bem surreal e não botei muita fé. Minhas apostas se confirmaram quando Fulaninho começou a fazer uns barracos na rua, brigar, chorar, discutir. Ele não entendia como a mulher dele podia amá-lo mas decidir namorar a minha amiga. No fundo, nem eu.

A cabeça não deixa. Por mais que seus sentimentos sejam puros e verdadeiros a cabeça vai ficar instigando. Mas o que eu faço de errado que o/a leva a precisar de outra pessoa? Porque ele/a me satisfaz completamente e a recíproca não é verdadeira? Não sei. Deve ter a ver com aquele lance do sexo ser tão feio, sujo e bobo. Talvez, resolvendo isso, tudo se resolva.

related song:
“If you have lots of others, please let me be… Please let me be one… Let me be one…”

Mochilão Rio de Janeiro / Salvador – Parte 1 – Cabo-Frio

January 23rd, 2008 by Bruno Dulcetti

Eu com o chapéu E finalmente começa o mochilão rumo a Salvador/BA. Depois de alguns imprevistos com mochila, máquina digital, eu consegui resolver tudo (acho). Segui viagem com meu chapéu verde de duende. Sucesso Total.

E logicamente que resolvi usar o pior jeito pra chegar: a baldeação. São as viagens mais baratas e que geralmente você precisa de alguns (muitos) transportes.

O Primeiro

Logicamente foi o ônibus convencional, rumo as barcas da Praça XV. E de lá eu peguei uma rumo a Niterói, minha primeira parada, caso ele não afundasse e meu segundo transporte.

JumboCat

Mas não é qualquer barquinha não, é um JumboCat. Exatamente isso que você leu, JumboCat. Provavelmente o criador pensou exatamente na mesma coisa que você está pensando agora. Achei uma ótima idéia.

Um Pequeno detalhe

Chapéu de Duende Lembram do chapéu de duende que comentei e que estava no vídeo do início? Pois então, eu estava com ele. Talvez fosse por isso que as pessoas ficaram me olhando de um jeito estranho, às vezes rindo e talz. Mas eu ainda acho que é porque eu sou muito bonito, mas tah valendo.

E se meu membro crescesse 1mt cada vez que as pessoas me olharam e riram, ele já estaria nas proximidades de Salvador mais ou menos.

Enfim, Cabo Frio…

Eu não falaria com tanta certeza assim. Lembram que eu escolhi o pior modo de viajar? Ela mesma que eu citei algumas linhas acima, a maldita baldeação.

Que que tem a baldeação?

É que se eu quisesse direto para Cabufa (Apelido carinhoso da cidade. Carinhoso? Que gay.), eu teria que andar mais pra chegar na rodoviária e pagar mais por isso.

E como você resolveu Dulcetti?

Peguei o terceiro transporte, outro ônibus, mas só que frescão, mas porque o tempo está fresco, agradável, porque o ônibus é tosco e quente.

O destino do ônibus era Araruama, cidade próxima de Cabufa (que lindo). O preço era R$8.50, tranqüilidade pura, baratinho, sem problema nenhum. E logicamente, mais risadas na fila, principalmente das crianças, que deveriam estar pensando: Que maluco imbecil com esse chapéu verde.

Quarto transporte e terceiro destino.

Não diria quarto, pois foi mais um ônibus convencional, mas ta valendo né. E não fiquei muito tempo na cidade não, somente uns 5 minutos mesmo, pois o ônibus pra Cabufa (ui) chegou rapidinho (ufa!).

Finalmente a Primeira Parada Oficial

Cheguei em Cabo-Frio (agora sim, que nem homem) por volta de 20h45min, vivo e saudável, porém sóbrio. E isso estava me deixando aflito. E um detalhe importante, sem lugar pra ficar, pra dormir e sem conhecidos. Ocorreu um problema de última hora e meu contato teve que abortar a missão.

Mas sem problemas. Tem bastante praia por p/ dormir e muitos bares para encher a cara. Agora é só conseguir uma LAN-HOUSE para postar isso. Acabou que só consegui postar isso aqui em Vitória mesmo.

Mas Dulcetti, sem bar e bebedeira?

Foto da Ponte do Canal Claro que não né. Parei num boteco que um cara tocava música ao vivo. Cantava um pouco mal o coitado, mas algumas músicas eram legais. Bebi alguns choppes e comi uma pizza. A chuva atrapalhou um bocado, mas deu pra filmar algumas coisas e tirar umas fotos toscas.

Finalizando…

Até amanhã, aquele abraço e um beijo na alcatra.

Próxima Parada: Búzios Macaé.

Contos eróticos: quem sabe mais tarde?

January 22nd, 2008 by raquelcamargo

Confesso que essa não é minha literatura preferida. A primeira vez que eu tive disposição para ler um livro de contos eróticos foi no auge da minha vida de solteira. Embora a fase fosse bacana, a tentativa foi um fracasso, fato que (talvez) justifique o trauma.

Um amigo me emprestou o Delta de Vênus. Escrito por uma feminista francesa, Anaïs Nin (é, nome sugestivo!), o livreto é um punhado de putar casos  chocantes. Ah, quer saber se sou conservadora? Digamos que muit um pouco, mas o livro tem umas coisas realmente fortes, não foi frescura minha.

Eu interrompi a leitura do livro quando tive um pesadelo por causa de um dos contos. Acordei desesperada, sem saber direito o que acontecia e, claro, culpei o livro por isso. O problema foi uma história de incesto que eu li (que, em questões literárias, é até interessante). Ao virar personagem do maldito conto no pesadelo, traumatizei-me tão bravamente que devolvi o livro no dia seguinte. Até de lembrar é ruim, aff!

Mas antes do pesadelo, a leitura já não estava me agradando como deveria. Expectativas! Achei que a obra me despertaria curiosidades, “coisa e tal”; mas não, o livro me dava era estranheza. Eu, com minha mania de estudar tudo “tecnicamente”, parei de ficar neurada com os exageros das histórias e comecei a viajar no ponto de vista psicológico dos escritos. Li em algum lugar que a escritora se dedicou bastante à psicanálise e então comecei a perceber os rastros freudianos no livro.

Brochante isso? Pode até ser, mas a leitura ficou um pouco mais interessante assim.

Relembrando as partes que eu li e encaixando no pouco que sei de psicanálise, confirma-se a teoria de que sou excêntrica, burocrática e, ahn, um pouco dos adjetivos aplicados à obra. Essa frase, da própria Nin, colocou um ponto final nessa minha auto-análise. “Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos”. (Toma, Raquel, fica quieta agora). Tapa na cara!

Pensando em repensar os conceitos e atitudes, aceito dicas de livros do gênero :)

Solteiros 2.0?

January 17th, 2008 by Bruno Dulcetti

É… O tempo passa, você percebe que está ficando velho, que muitas coisas mudaram, estão mudando. E uma dessas coisas é a tecnologia e principalmente como nós estamos lidando com ela. Cada atitude no dia a dia, pensamentos, idéias, decisões, entre outras coisas a mais, até mesmo na vida dos solteiros.

“Aham Dulcetti! Mas que que tuh tah falando? Pq vc tá dizendo isso?”

Ok, ok, calma, eu explico. Esse foi apenas um pensamento meu, que eu fiquei pensando bastante e resolvi postar isso neste blog. :D

Estava eu, num sábado desses qualquer, um tempo atrás, em Itaipava - Petrópolis, interior do estado do Rio de Janeiro, na Exposição Agropecuária que tem todo ano no local, rola durante +ou- 1 semana, uns shows ao vivo, paradas de rodeio e afins, que toda festa agropecuária tem.

Bebida vai, bebida vem neh (sou filho de Deus pow, sou desenvolvedor, etc, mas eu vivo tb, naum sou nerd, sou solteiro, pego mulher, faço sexo e tudo mais… auhauhauahuauauhaua), até que vi uma garota interessante e uma amiga minha disse que ela estava “de olho” em mim… hehehehe… Logicamente neh, com esse corpinho lindo, olhos claros, rosto de galã, lindo demais… :D Ae rolou, sucesso, tranquilo, talz e talz… Quando depois, numa das pausas, a garota me perguntou:

- Qual seu Orkut?

Ae eu parei, achei engraçado, mas disse. Falei que eu estava no grupo de amigos da amiga dela que também era minha né (que confusão :D). Ela me adicionou, depois o msn e tal. Estaríamos nós, solteiros, entrando numa “Era 2.0″ de cantadas e respostas?

Blz Dulcetti, mas e daí?

Ok, acabou a história, maaaaaaas… Agora entra o porquê estou escrevendo esta baboseira toda aqui neste Blog. Depois, quando cheguei em casa, no dia seguinte, pensei comigo, achei engraçado e interessante ela ter pedido meu Orkut. Fiquei imaginando a mesma situação há alguns anos atrás. Antigamente vc pedia o telefone e QUEM tinha celular, poderia anotar nele, senaum, ficaríamos forçando a memória para não esquecer o telefone ou entaum pagava um mico de escrever num guardanapo, por exemplo.

Tempos se passaram, foram começando a surgir os celulares, todo mundo praticamente jah tinha o seu, e com isso foi ficando mais fácil anotar os telefones (isso quando vc naum estava bêbado e anotava somente a primeira letra do nome e acordava no dia seguinte nem lembrando do nome e rosto da garota :D).

Agora, hoje em dia, não só nós fazemos isso, mas também as mulheres pedem os dados. O engraçado eh q os dados solicitados não são somente telefones, mas sim MSN’s, Orkut’s da vida, fora outras coisas que, por enquanto, naum aconteceu comigo.

Com isso, fico imaginando onde vamos parar… A tecnologia hoje está no cotidiano, muito mais do que antigamente. A internet, hoje, é uma das principais ferramentas, naum soh de estudo e trabalho como era vista uns 4 anos atrás, mas sim como comunicação também. Hoje, eu acredito que muitos solteiros, pessoas normais (ok, eu naum sou normal), prefiram conversar no MSN do que no telefone. Pelo menos eu acho um saco o telefone, mas td bem.

Verdade Dulça, tem razão

Lógico que eu tenho razão. Eu sempre tenho razão e nunca se esqueça disso. :P

Ontem nós ficávamos pedindo telefone, hoje pedimos orkut. Hoje fazemos sexo, será que um dia deixaremos de fazer o sexo normal e faremos um sexo tecnológico? Pq o virtual existe, mas naum vejo graça nenhuma nisso. E caso apareça uma nova forma de sexo, naum serei um adepto. Prefiro muito mais a forma tradicional, do que qq outra. E viva o sexo e a solteirisse.

Finalizando…

Troquem telefones ou msn’s nas boates, matem as saudades dando um abraço ou enviando um scrap, mande um presente pessoalmente ou compre via e-commerce pedindo pra entregar em qq lugar do Brasil. Participem dessa Globalização Tecnológica, mas cuidado, senão você pode ser pego por algum vírus. :D E que naum seja do amor, para que nós continuemos solteiros :P

Beijo na alcatra.