da série: despedidas.

May 11th, 2008 by Liza

sou do time que sempre detestou despedidas. em qualquer situação: telefone, fim de eventos, visitas esperadas, visitas inesperadas, fim de férias, tchauzinho na beira no navio [com lencinho branco e muito glamour, lógico] e até mesmo as despedidas demodês e floreadas de filmes.

a última despedida cinematográfica que me marcou - de forma bem peculiar e, por sinal, inspirou esse post -, foi a cena em que a Elizabeth despede-se de Will Turner (Pirates of Caribbean - At World’s End), após curtos segundos explícitos de núpcias e ele promete voltar dali a 10 anos para vê-la novamente. não é pertinente explicar todo o desenrolar da história, só vale reforçar o fato de que foi uma despedida cruel e a única coisa que consegui pensar foi que jamais gostaria que aquilo acontecesse comigo.

mas por quê, afinal, me marcou de forma peculiar?
como que uma uruca bem feita, em menos de uma semana, lá estava eu na pele da mocinha que despede do bom rapaz, sem saber quando o verá de novo.

eu tenho um pouco mais de consideráveis 42 motivos pra não gostar de despedidias. um - e o principal -  deles é exatamente essa incerteza cortante do ‘quando será a próxima vez’. no caso em questão, eu nem sabia se essa próxima vez ia existir.

mas tive. e bem mais rápido que imaginei.

por esse e outros motivos, por superstição, cá estou eu agora, mais uma vez me despedindo de algo. do solteiros.org. dessa vez, mesmo. achei - achei? - a batida perfeita, a peça que encaixa de verdade, e outras cafonices dessas que todo mundo no fundo adora sentir e dizer…

só que, como a Elizabeth, estou fadada [pra sempre, enquanto durar] a me despedir e esperar longos períodos pelo bom rapaz escondido no fim do mundo.

piadinha cretina e infame? que seja.

Quem disse que era para sempre?

May 10th, 2008 by Rafael Apocalypse

Durante algum tempo eu afirmei e re-afirmei minha posição de solteiro. Ao contrário do que muita gente pensava eu nunca tive a intenção de ser solteiro para sempre, tipo ‘tio solteirão’, muito antes pelo contrário, sabia que era uma fase pela qual eu queria passar assim. Sozinho mesmo.

Quando comecei este projeto, eu tinha certeza de que essa fase duraria um bom tempo, algumas pessoas brincaram que eu estava criando um "blog para pegar mulher", seguindo à risca o que o Ian Black disse no vídeo à baixo, durante o BlogCampMg.

Mas a idéia não era essa, de verdade, a intenção era gerar conteúdo inteligente, e de bom humor, para fazer você, solteiro(a) ou não, se divertir com nossas histórias.

O tempo passou, alguns dos nossos autores nos abandonaram, eu fui parar na internet falando que estava sendo traído pelos meus colegas de blog, alguns outros autores apareçeram, alguns voltaram a escrever no site, e quando começamos a falar em criar o ex.solteiros.org [ainda em construção], eu já estava de malas prontas para São Paulo, deixando em BH vários amigos e amigas.

Foi na minha despedida que a ficha caiu e eu percebi que estava mesmo apaixonado por uma bela moça, que estava lá comigo bebemorando minha mudança.

Mas não foi tão simples como num conto de fadas, eu vacilei. E sem querer segui as dicas do Ian, e escrevi um post que teve todos os ingredientes que ele citou.

Publiquei o post na madrugada de sexta para sábado, e fiquei sábado inteiro dando f5 nos cometários do blog, no inbox de todos os meus emails… olhando celular em busca de um sms ou na espera de uma ligação.

Nada disso, desembarquei em São Paulo, sem a menor esperança de que aquele sentimento fosse recíproco. Confesso que já não acreditava mais que receberia uma resposta, e muito menos que a resposta ao post fosse ter o efeito que teve.

Mas mesmo que quase sem esperança, mais uma vez fui buscar uma forma de contato, um sinal de fumaça, um pombo correio, qualquer coisa que pudesse sinalizar um sorriso lá em Belo Horizonte. Emails e comentários lidos no blog e eu estava sorrindo igual menino quando ganha um doce.

Uma semana inteira de mensagens no twitter, google talk, sms… até que na noite de sábado para domingo, com um feriado na segunda-feira, e muito trabalho me esperando, terça-feira, aqui em São Paulo, eu entrei num ônibus, de volta a Belo Horizonte, com o único objetivo de re-encontrar a musa que inspirava meus sonhos durante aquela semana.

Foi um dos melhores finais de semana que já passei, sem exageiros.

Electricity

April 19th, 2008 by Mi (de Camila)

Ele começa a falar:

- Eu tô num ponto da noite que eu trocaria qualquer coisa por comida japonesa…

E eu já começo a sugerir ir comer um Temaki, antes disso ele completa:

- … mas eu prefiro comer uma japonesa.

No olho dele, um brilho. Nas minhas bochechas, vermelho.

Ônibus

April 14th, 2008 by Ronaldo Costa

Vou começar uma sessão de (mini)crônicas sobre os encontros e as tentativas de paqueras num lugar tanto inusitado, mas não impossível, o ônibus. Quem nunca pensou em chegar mais perto de uma garota(o) que sentou ao seu lado? Uma tentação que nos faz dizer ou fazer coisas que transcende o apropriado pro lugar, e as vezes, a hora. Porque você não vai chamar uma garota pra tomar uma choppinho às 7hs da manha… ou vai?

Sempre é bom lembrar que personagens são fictícios e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

– Licença. – Disse a garota ao sentar.

– Será uma honra ter a sua presença ao meu lado. – Disse o garoto. Qual o seu nome?

Um silêncio constrangido da garota e por fim:

– Ana, e o seu?

– José Antonio, mas pode me chamar de Toni. – Deu um sorriso de orelha a orelha e ajeitou os óculos de grau.

– Indo pra faculdade? – Perguntou Toni.

– É… – Respondeu Ana sem muitas expectativas de continuar a conversa.

– E você faz o que?

– Eu faço publicidade…

Depois de um silencio que por fim Ana estava dando graças a Deus e iria descansar…

– Você tem horas? Eu acho que o magnetismo que envolveu os nossos corpos fez o meu relógio parar.

– Oh! E fez o meu parar também! Vou sentar bem longe de você para que nosso relógio continue funcionando. Tchau!

Ana juntou as suas coisas e ia saindo quando Toni pega-a pelo braço:

– Você ainda não me passou o seu numero.

– Numero? Numero do que? CPF? RG? Cartão de credito… – Ela Foi falando e saindo.

ps: Essa semana ainda posto o final do conto do Arthur! ;)

O dia em que eu vacilei

April 12th, 2008 by Rafael Apocalypse

Foi há apenas alguns minutos atrás, depois de um ‘xô-apocalypse’ muito divertido, onde os grandes amigos e amigas estiveram presentes.

Como várias vezes fizeram comigo, era a minha vez de deixar a moçada em casa, uma-a-uma fui me despedindo. Uma grande amiga, depois outra e por fim não apenas uma amiga, mas também uma que faz coração bater num ritmo diferente.

Carro estacionado a matraca se solta, falo, falo, falo e nenhuma ação, depedimos-nos, falo mais um pouco, outra despedida, uma aproximação, e o receio de um ‘toco’ soou mais forte e meia duzia de segundos depois eu já estava arrependido.

Poderá ter sido a última chance, poderá ter deixado um sabor mais gostoso para depois… mas só sei que hoje, dormirei apenas com o sonho, com o arrependimento de não ter beijado aqueles lábios. Quem sabe amanhã? Quem sabe daqui alguns meses? Talvez isso nunca se concretize… talvez sim…

Tudo que posso dizer é que no final das contas ela ganhou a aposta [eu acho], não por méritos próprios, mas por deméritos meus.

Assim termina uma noite de um solteiro que por milésimos de segundos errou e pode ser que jamais saiba como seria se tivesse feito diferente :(

tchau, legal.

March 23rd, 2008 by Mariana Apocalypse

vamos dançar?
não.
pq?
eu não danço.
pq?
pq eu não sei.
ah, nem eu, aí a gente aproveita pra aprender junto.
agora é que não mesmo, dois que não sabem dançar…
tu é sempre chata assim?
sou.
tchau, chata.
tchau, legal.
posso te dar um beijo?
tchau, legal.
só um beijinho…
tchau, legal.
chata!
tchau, legal.

(não sou legal e nem tô te dando mole)

Solteiro e a mudança

March 21st, 2008 by Rafael Apocalypse

Ser solteiro tem suas vantagens, entre elas a liberdade de ir e vir, pra onde, e o mais importante, quando quiser.

Terça feira dessa semana recebi uma proposta de ir trabalhar em SP, ainda sem saber sobre salário, a primeira coisa a fazer foi pesar os prós e os contras de sair da roça BH, e ir pra cidade grande.

Claro, no mercado de trabalho em que atuo, comunicação digital e desenvolvimento web, só existem prós nessa mudança. Já no lado pessoal, precisava ver o que me prendia ao Belo Horizonte e suas ‘montanhas’… isso me prendia, o Circuito Iron Racing de enduro à pé também me prendia à essa cidade. A família me prendia… Mas nenhum rabo de saia tinha a capacidade de me manter em Belo Horizonte.

Ficar sem ver as montanhas e o belo horizonte, durante algumas semanas, e começar a construir a minha vida, longe da família e de todas as coisas que esta nos proporciona, com certeza me faria valorizar a paisagem e aprender muito. Já as corridas do Iron Racing, claro não posso deixar de participar, tentarei, ao máximo, casar com as vindas a BH, uma vez por mês.

Mas a sensação de poder tomar uma decisão como essa, em um período menor que 48 horas, e ainda, sem a preocupação de quebrar um coração, e mais, sem o risco de ver uma cara emburrada e ter que passar horas, quiçá dias, discutindo a relação e a atitude, isso não tem preço.

Como diria o redator daquela campanha: “Liberdade não tem preço, para todas as outras coisas existe mastercard!”.

*update: Depois de algumas twittadas sobre a mudança resolvi fazer um teste e contar o passo-a-passo, o dia-a-dia da mudança pra sp. Quem quiser saber mais acesse: http://mudando.ideiadigital.org

Arthur - Capítulo 3

March 17th, 2008 by Ronaldo Costa

Mal terminou de escutar a mensagem na secretaria eletrônica e Arthur caiu na cama. Acordou na manhã seguinte com a mensagem rodando na cabeça junto com a ressaca que assombrava os seus dias.

Depois de tomar um banho ligou para o seu amigo Pedro:

- Pedro, tudo bem, meu caro? To ligando pra confirmar a partidinha de tênis pra hoje.

- Ta confirmada sim, Arthur. Mesma hora e mesmo local.

- Okay. Aguardo-o lá. Um abraço.

Desligou o telefone e foi tentar comer alguma coisa, e claro, uma coisa não saia da sua cabeça. Agora que Jasmin voltou ele tinha que dar uma resposta a ela, porem não sabia o que fazer. Ia deixar o dia passar, a ressaca passar e mais tarde ligaria pra ela.

Tomou uma xícara de café comprada com preços pra lá de baixos por causa da Grande Depressão, e beliscou alguns biscoitos e tocou o sino:

- James, por favor, coloque uns 2 gatorades na minha bolsa que já estou indo pro clube e fale com o Godofredo para arrumar o cavalo.

- Sim, Senhor. Mais alguma coisa?

- Não, obrigado.

Foi para o clube em galopes, e não demorou muito para chegar. Amarrou o cavalo no estacionamento e seguiu para a quadra reservada. Chegando viu Pedro aquecendo com as corridinhas esquisitas, mas que Arthur nunca comentou nada pra não ficar deselegante.

- Como sempre o Duque não cansa de ser pontual. – Gritou Pedro do outro lado quadra.

- E você pelo jeito não cansa de tentar chegar cedo para ver se melhora e ganha de mim, né?

- Estou vendo que acordou bem humorado essa manha. – Disse Pedro ao seu lado, fazendo uma corrida parada, apenas movimentando os pés.

- Uma ressaca aqui, outra ali… Mas, nada demais. A não ser a minha preocupação com Jasmin.

- Ixi… Você não tem jeito mesmo, hein?! Olha vou te dizer uma coisa. Acaba com essa historia de uma vez por todas. Eu acho que o melhor que você faz.

- Juro que quero acabar com isso tudo. Mas, fico pensando se eu vou conseguir agüentar. Não sei se nasci pra isso.

- Todo mundo acostuma, você vai ver.

- Pimenta nos olhos dos outros é refresco, meu caro Pedro.

- Deixa de bobagens e vamos jogar. Você vai se convencer.

Jogaram as três partidas de costume, porem o resultado foi diferente. Terminada a ultima partida, Arthur pediu mais 2 gatorades para descansar.

- Meu amigo, a noite ontem foi ótima, hein!? – Disse Pedro sentando ao seu lado.

- Nem me fale. Não estou me agüentando. Quis jogar hoje mais pra arejar a cabeça e perder tudo que ganhei esse final de semana.

- E acabou perdendo a partida também de brinde.

- HaHa. Devia trabalhar em um Stand-up Comedy.

- Nada, sou melhor fazendo as minhas consultorias ao Manuel.

- Chega de conversa fiada. Vou pegar o meu cavalo e descansar um pouco. E depois ligar para Jasmin.

- Grande garoto. Vai la e depois me conte o que resolveu.

- Okay. Um abraço.

Voltou mais rápido que tinha ido e foi direto para o banheiro onde esperava a sua banheira como mandava o ritual. Ficou durante horas, e chegou até a cochilar. Quando acordou já tinha tudo em mente, mas queria esperar o final do dia para ligar.

Depois de almoçar e prestar algumas consultorias de investimento a alguns clientes. Foi para o seu quarto descansar e aproveitou para ligar. Discou o numero e ficou esperando atender, tocou varias vezes ate que quando ia desligar a própria Jasmin atende:

- Alô.

- Jasmin, é o Arthur.

Continua…

Solteiros reunidos no #drunktiwtts

March 12th, 2008 by Rafael Apocalypse

Em fevereiro ocorreu, aqui em BH, a terceira edição do #drunktwitts, um encontro mensal de ‘arrobas’ [pessoas que escrevem no twitter], e contamos com a ilustre presença no nosso amigo João, ‘arroba’ carioca.

O time mineiro do solteiros.org compareceu quase que em peso, com excessão do solteiro anti-social Ronaldo, estavam lá, Mi Cortielha, Raquel Camargo [sim ela é prima do zezé :) ], Lício [o louco!] e Liza, e claro a ex-solteira, Lori Meyers.

Algumas, não, várias, cervejas depois gravamos um vídeo que conta a trajetória dos solteiros até agora. O João, intitulou-o como: A maldição do solteiros.org, tudo culpa da nossa amiga Lori.

Assistam, garanto que, pelo menos, algumas risadas vocês darão…

Arthur - Capítulo 2

March 7th, 2008 by Ronaldo Costa
Acordou de manhã com uma leve dor de cabeça e chegou a conclusão que era ressaca e não era tão novo quanto antes para tomar umas e outras sem problemas. Pegou o relógio no criado mudo e viu que já estava na hora de começar a Formula 1, como estava indisposto apenas tocou o sino para que o James o atendesse. E esse veio tão rápido que parecia que já estava do lado de fora só esperando ser chamado: - Pois não, Senhor. Deseja algo? - Me traga o café na cama e uma neusinha*, por favor. Depois do café da manhã e ver o Juan Manuel liderar e ganhar a corrida de ponta a ponta em cima do Michael Schumacher, saiu para dar uma volta na sua propriedade, mas antes que saísse do castelo o seu celular que estava no bolso tocou e para sua surpresa era Graham Bell, um de seus acionistas preferidos e o que dava mais lucro: - Duque, meu amigo. Mais tarde terá um show do Led Zeppelin no Coliseu e faço questão da sua presença no meu camarote. E fique a vontade para convidar quem quiser. - Oh, Bell, agradeço o convite e pode ter certeza que irei sim. Obrigado. - Eu que agradeço o ótimo ano que tivemos nos negócios. Um abraço. Continuou o seu passeio pelo jardim e chegou a olhar pro celular pra ver se tinha alguma mensagem de Jasmin, mas ate agora nada. Gostaria de levá-la ao show, mas esperaria que ela retornasse, pois não sabia se tinha chegado de viagem. E também tinha a possibilidade de Cleópatra aparecer por lá, e realmente adoraria entrar numa confusão por aquela pequena, que com certeza valia a pena. Como estava distante ligou de seu celular para o James: - James, ligue para o aeroporto e mande preparar o meu Zeppelin, pois vou fazer uma viagem rápida hoje a noite. - Sim, senhor. Mais alguma providencia? - Não esqueça de avisá-los de verificar o frigobar. Obrigado. Passou o dia apenas descansando, já que a noite seria agitada. Ficou algumas horas na piscina, depois na espreguiçadeira tomando um sol e por ultimo foi à sauna. Voltou para o seu quarto no final do dia para se arrumar. No meio do caminho encontrou com o Godofredo: - Por favor, arrume a BMW que você me levara ao aeroporto em 1 hora. - Sim, senhor. Vai querer alguma bebida? - Coloque Gim Tonica e uma garrafa de Tequila. Meia hora depois estava saindo de casa em direção a garagem olhou uma ultima vez para o celular e nenhuma mensagem de Jasmin. Concluiu que a noite seria apenas dele mais uma vez. Como diria o seu amigo Asterix: “Essa noite estou para o que der e vier e vice-versa”. Não demorou muito e já estava no aeroporto, pegou a garrafa de Tequila ainda fechada, e foi em direção ao seu hangar. - Boa noite, senhor – Disse o piloto Santos Dumont. - Boa noite, Santos. Creio que já foi informado que iremos ao Coliseu. - Sim, senhor. - Então, uma boa viagem para nós. – Disse Duque entrando no Zeppelin. A viagem não demorou 1 hora e já tinha um motorista esperando-o no aeroporto. Entrou no táxi e foi direto para o show. Não teve problemas em se identificar e foi direto para o camarote com a garrafa de tequila nas mãos. Estava lotado o lugar e Duque apenas pegou um copo na mesa e ficou encostado olhando para o palco e de costas para a confusão, quando sentiu alguém parando ao seu lado. - Ola, não sabia que era amigo do Bell. - Ele sempre foi o meu cliente e acabamos virando amigos. Você não me é estranha… - Cleópatra – Disse cortando qualquer tentativa de adivinhação do Duque – Eu o vi me olhando ontem no Vikings. É uma pena não ter chegado mais cedo. - Nunca é tarde para começar… – Disse Duque aproximando um pouco mais dela. - Para começar uma briga você quer dizer. O meu namorado acaba de chegar. Quem sabe uma próxima oportunidade!? Foi um prazer conhecê-lo. – Cleópatra deu um beijo em seu rosto e foi encontrar com Ptolomeu que acabara de chegar. - O prazer foi todo meu. – Mal terminou de falar e Duque virou o copo de uma vez só. Passou o olho pelo camarote e não viu nenhuma mulher que o agradasse e achou melhor deixar o seu filme intacto com a Cleópatra. A melhor coisa que faria era ver o show, e foi isso que fez, ou melhor, bebeu uma garrafa de tequila inteira sozinho e cantou todas as musicas do Led Zeppelin. Chegou em seu castelo nem lembrava como, só se deu conta quando o Godofredo o chamou no banco de trás da sua BMW. Levantou tropeçando e foi subindo para o seu quarto cantando Black Dog e batendo palmas. No quarto foi um sacrifício achar o interruptor, mas encontrou-o. “Noite perfeita essa, show do led e ainda um papo promissor com a Cleópatra…”, pensou Duque. Quando sentou na cama viu que a secretaria eletrônica do seu telefone particular estava piscando, apertou o botão e escutou a única mensagem: “Oi, Arthur. Acabei de chegar de viagem e recebi o recado que você tinha passado aqui ontem a noite. Alguma coisa de importante? Me liga depois pra gente conversar, ta bom? Beijos da Jasmin” Continua…